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Pequenos príncipes

Saiba quem são os herdeiros da monarquia

by Guilherme Rodrigues
Foto: Divulgação

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por Patrícia Favalle  Com pinta de conto de fadas, o sonho da Cinderela ainda reina em pelo menos 40 destinos do mapa-múndi – do distante Brunei à conhecida Grã-Bretanha. Ao todo existem 25 famílias reais que ainda ostentam a coroa e o título – e embora algumas sejam meramente figurativas, a pompa ainda é mesma das histórias nababescas que retratavam o cotidiano palaciano. Na dianteira de um provável sucessor, a Jordânia aposta as fichas no jovem Hussein (@alhusseinjo), filho do rei Abdullah II e da estilosa rainha Rania. No Marrocos, também de religião muçulmana, quem deve assumir o trono do papai Mohammed VI é Moulay Hassan, que tem 13 anos. Mas não duvidem que Lalla Khadjia, dois anos mais nova, esteja fora da disputa. Com a mãe amada pelo povo e antenadíssima às demandas cybers, pode ser que a princesa tenha os súditos a seu favor. Uma das famílias queridinhas dos simples mortais sempre foi a de Mônaco. O principado governado pelos Grimaldi há sete séculos – e que teve a diva do cinema Grace Kelly no poder – suspira com o dia em que Jaime e Gabriela subirão ao trono. Os gêmeos de dois anos são os filhotes de Albert II e da ex-plebeia Charlene (@monacoprincelyfamily). Já o império britânico, dono de 16 monarquias constitucionais ultramarinas e de 1,6 milhão de seguidores no Instagram @kensingtonroyal, tem na carismática figura da rainha Elizabeth II a chancela para seguir adiante com a trupe real. E com o afastamento de Charles e a ascensão dos duques de Cambridge, pais de George e de Charlotte, 3 anos e 1 ano, respectivamente, a dinastia Windsor tem fôlego para mais algumas gerações. Como não amar essa duplinha? Cravado nos Alpes, Liechtenstein segue na mira de Joseph Maximilian, de 21 anos, que aguarda a vez dele. Sorte semelhante tem o grão-duque de Luxemburgo Guilherme, que aos 34 anos, e com um casamento recente, torce para rechear o reino com enfants fofos e desbancar o atual monarca. Considerado o lugar mais feliz do mundo, o Butão só poderia reverenciar um rei como Jigme, o Dragão. Formado em Oxford, na Inglaterra – e com banca de ecoativista –, ele acabou de entrar para o seleto grupo de pais babões ao apresentar o sucessor de poucos meses batizado em sua homenagem.

Foto: Divulgação

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Da antiga morada dos vikings aos Países Baixos, o baby boom feminista foi avassalador: na Noruega, Ingrid Alexandra, de 12 anos, é a primeirona na lista ao trono, à frente do irmão, Sverre Magno, de 11 (@theroyalhouse- ofnorway). Na Suécia, a herdeira é Estela, de 4 anos, pri- mogênita da princesa Vitória, também mãe de Oscar (@royalofsweden). A Holanda tem Catarina, de 13 anos, na preferência ao título, com as lindas Alexia (11) e Ariana (9) correndo por fora (@royalprincessqueens). Quase um peixe fora d’água, Cristiano, 10 anos, da Dinamarca, tem que se esforçar para não perder posição para a intrépida Isabel, 9 anos, a caçula apaixonante da família (@detdanskekongehus). Perto dali, na Bélgica, a filharada de Filipe e Matilde é en- cabeçada por Isabel Teresa, 15 anos, e seguida por Gabriel, 13, Emanuel, 10, e Leonor, 8. Outra Leonor, no auge da adolescência – aos 15 anos – chamada de princesa das As- túrias, é candidata à coroa hispânica, assim como a irmã Sofia, de apenas 9 anos (@love_princess_world). A joia da coroa vem do Império do Sol Nascente. Única mulher que um dia poderá reinar por aquelas bandas, Aiko, hoje com 14 anos, nasceu com a missão de chacoalhar os valores da conservadora – e tão contemporânea – sociedade japonesa. Longe de fazer parte da turma cosplay ou de desfilar com mangás a tiracolo, a mocinha faz a linha tímida-analógica. Instagram? Só se for com alguma identidade que o povo desconhece. #VaiSaber?

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