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Tratamentos de combate às olheiras: novos lasers e preenchimentos

Bazaar indica novidades de beleza que chegam aos consultórios em 2018

by redação bazaar
Kendall Jenner na campanha de máscaras de combate às olheiras da Estee Lauder - Foto: Divulgação

Kendall Jenner na campanha de máscaras de combate às olheiras da Estee Lauder – Foto: Divulgação

Por Anna Paula Buchalla

Em busca de soluções para as suas olheiras? Pois saiba que os lasers mais modernos para esta finalidade são aqueles que combinam comprimentos de onda direcionados para o pigmento e para a parte vascular. O que existe de novo em 2018 é a abordagem de múltiplas camadas. “Primeiro, aplicamos um laser de Nd Yag QSwitched, cujos alvos são os pigmentos de cor escura, e, depois, finalizamos com um laser que melhora a textura da pele e do colágeno, o laser fracionado de Erbium”, explica a dermatologista Valéria Marcondes. Normalmente, quatro sessões são suficientes.

 

Outra boa opção é o Fotoeyes, protocolo que combina lasers da plataforma Fotona e que atua nos pigmentos da pele, sobre a área vascular e estimula a retração de fibras musculares, o que diminui a largura das olheiras. “Para as peles mais maduras, recomenda-se a associação do Erbyum Smooth Pulse ou fracionado”, explica o dermatologista Otávio Macedo.

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Há ainda um novo procedimento, o Lumina XT, realizado com o SPECTRA XT. O tratamento libera três vezes mais energia do que o SPECTRA anterior, clareando olheiras com efeito benéfico na pele como um todo, ação contra as manchas, fechamento dos poros e melhora da textura. “Esse upgrade promove maior estímulo de colágeno, atuando de forma global no rejuvenescimento, de maneira eficaz e ainda mais segura. O protocolo compreende apenas seis sessões rápidas realizadas a cada 15 dias”, ensina a dermatologista Thaís Pepe.

 

Ao lado dos lasers, um dos procedimentos com melhores resultados nesta área é o preenchimento com ácido hialurônico. Atualmente, usam-se microcânulas que permitem a aplicação de pequena quantidade do preenchedor de forma uniforme, sem o perigo de romper vasos. “Por ser um componente natural no corpo humano, não causa rejeição e é absorvível pela pele”, diz o cirurgião plástico David Di Sessa. Os efeitos costumam durar de seis a oito meses.