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13 razões por que amamos Pabllo Vittar

A cantora mais cultuada do momento

by Guilherme Rodrigues
Foto: Divulgação

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Por Felipe Stoffa

Tem bagagem musical
“Cantava desde criança. Pedia para minha mãe me levar para o coral da igreja, só queria cantar. Ela colocava muito Etta James para a gente ouvir. E também Whitney Houston [já viu o vídeo da Pabllo cantando I Have Nothing antes da fama?]. Só fui conhecer Beyoncé quando eu tinha 13 anos. Então, minhas referências eram essas, além Elza Soares”

Descobriu-se aos 18
“Me montei pela primeira vez no meu aniversário de 18 anos, e desde então não parei mais. Num primeiro momento, só queria me divertir e me jogar com minhas amigas em Uberlândia, onde moro. Tanto que a gente se montou e foi para uma festa. Por sinal, foi lá que conheci meus dois empresários. Essa ‘montação’ trouxe muitos presentes para mim, coisas que fui colhendo com o tempo. Acho que o drag ajudou muito na minha autoconfiança, e me fez correr atrás daquilo que eu acreditava. Me deu mais força”

É guerreira
“Acham que é só porque somos conhecidas que não sofremos preconceito. Não mudou muita coisa depois da fama. É o mesmo, só que agora, como sou uma figura pública, as pessoas têm certo receio. Mas ainda sinto que, às vezes, me tratam com preconceito. E é nítido, a luta é constante”

Pabllo criança, quando ainda era Phabullo. Foto: Divulgação

Pabllo criança, quando ainda era Phabullo. Foto: Divulgação

Sua música não tem gênero
“Música boa é música boa. Faço música para unir as pessoas, não para segregar. Quando se está numa balada, num show, você não quer saber se a fulana que está dançando do seu lado é bi, gay… Você está lá para se divertir. Por isso, fico muito feliz quando o público que não é do nicho LGBT vai a meus shows e se diverte. Dou risada quando falam: ‘ai, sou hétero, mas escuto Pabllo Vittar”. E eu digo: ‘mas, amor, é música, não uma opção sexual”

Se quiser, não repete look
“Tenho em torno de umas 30 perucas. Se pudesse, colocaria uma por dia. Não compro muita roupa, recebo bastante coisa. Já perdi a conta de quantos figurinos tenho, fico sempre renovando”

Tem uma mãe incrível
“Minha mãe sempre me apoiou, nunca me reprimiu por ser afeminada. Pelo contrário, me deixou ser o que sou, fui uma criança que cresceu em um lar muito à vontade. Tenho uma irmã que é lésbica. Minha mãe sempre quis que seguíssemos felizes. Hoje sou uma pessoa muito realizada, ela é uma inspiração para mim, é enfermeira, batalhou muito para nos criar. Não conheço meu pai biológico”

É BFF de Anitta
“Somos bem amigas, ela me dá conselhos, tanto no ramo da música profissional como em outras áreas. Me abraçou. E já podem esperar novas coisas dessa parceria. A Anitta sempre foi um ícone para mim e acho que ela levou o pop brasileiro para outro patamar. Fico muito feliz, uma menina que veio de baixo, assim como eu, esteja conquistando o espaço dela”

Teve aulas com Fernanda Lima
“Ela é uma fofa e me ensinou muito. Acho que o que eu sei hoje sobre câmera é por causa da Fernanda. Mesmo depois da participação em Amor & Sexo, nós ainda temos muito contato, vai a meus shows no Rio sempre que pode”

É fabulosa
“Me chamo Phabullo Rodrigues da Silva, se pronuncia Pábulo, mas tem gente que lê Fábulo. Nem minha mãe lembra de onde tirou meu nome. Sempre assinei Pabllo. Incorporei o Vittar porque tinha uma drag que usava esse nome, com um t só. Pabllo Vittar foi por causa da numerologia”

A cantora drag na adolescência. Foto: Divulgação

A cantora drag na adolescência. Foto: Divulgação

Não fica parada
“Estou trabalhando em cima de um novo single e um novo clipe. Já recebi vários storyboards, estou ficando bem empolgada para gravar porque vai ser com o Mateus Carrilho de novo. Estou ansiosa”

É menin@
“As pessoas confundem muito, acham que fico montada 24 horas por dia. Não fico. Sou um menino, posto fotos em minhas redes sociais desmontado. E  passo 24 horas desmontado quando não estou fazendo show. Mas, ainda assim, me reconhecem. Acho que não mudo muito quando não estou de drag… Mentira, mudo bastante! (risos)”

É fã das Kardashians
“Vejo muito as Kardashians, amo a Kylie, o cabelo, o estilo e a maquiagem dela. Acho que minha drag tem muito dela, é girly, fishy, Kardashian, pink party (risos).”

Diplo é seu fã
Quando lancei Open Bar (uma releitura do hit Lean On), Diplo adorou a proposta logo de cara, curtiu muito, retuitou o clipe no mesmo dia e a gente já começou a conversar. Ele ama o Brasil e a música brasileira. Acho que a gente soube fazer uma coisa bem legal.”