Chanel, inverno 2020 – Foto: Now Fashion

A Chanel está ficando ainda mais ecológica e levantando a voz sobre seus esforços de preservação do planeta, com um conjunto de metas ambiciosas batizadas de “Missão Chanel 1,5°C”, destinadas a combater as mudanças climáticas seguindo as metas do Acordo Climático de Paris de 2015.

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O programa geral aborda todos os aspectos dos negócios da Chanel, que se tornaram neutros em carbono em 2019, desde fragrâncias até desfiles, varejo, fornecimento e cadeia de suprimentos. O novo programa também inclui projetos de extensão comunitária que eliminam as emissões de gasses tóxicos.

Cada ação visa limitar o aumento médio da temperatura global, estimado em 1,5°C – um valor estabelecido no acordo de Paris sobre o desperdício de toda a empresa.

Como a maioria das outras marcas de luxo, a Chanel foi criticada por ambientalistas e pelo público por sua extravagância e a propensão em fazer eventos pesados de emissões, com pelo menos seis espetáculos nas passarelas ocorrendo a cada ano.

A diretora-chefe de sustentabilidade Andrea d’Avack planeja reduzir o carbono emitido por sua cadeia de suprimentos, além de tomar medidas fora de suas próprias atividades de negócios para ajudar a acelerar a transição para um mundo de baixo carbono na próxima década.

A “Chanel Mission 1.5°C, lançada nesta terça-feira (10.03), estabelece quatro compromissos principais: reduzir a pegada de carbono da empresa em suas próprias operações e em toda a sua cadeia de suprimentos, usar 100% de eletricidade renovável em todo o mundo até 2025, equilibrar as emissões residuais de carbono e financiar a adaptação às mudanças climáticas, que envolve o trabalho com as comunidades mais impactadas.