Foto: Divulgação

Osklen é pioneira em pesquisas e uso de materiais sustentáveis, como o couro de pirarucu. Agora, a marca reúne diversas práticas sustentáveis para o desenvolvimento da linha Osklen AG e a criação de um novo tênis. A partir desta novidade, a label aposta em materiais responsáveis, com garantia de origem, transparência, rastreabilidade e geração de renda para comunidades ribeirinhas e indígenas.

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“A linha simboliza a adoção de uma atitude a favor de uma vida mais sustentável, em que o consumidor pode assumir o protagonismo na mudança do perfil de consumo, tornando-o um ato em prol do desenvolvimento humano sustentável”, explica Oskar Metsavaht, fundador e diretor criativo da Osklen.

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Para alcançar este objetivo, a linha aposta em uma série de materiais que causam menos impacto ao meio ambiente, incluindo couro rastreável, e-fabrics, matérias-primas de origem sustentável desenvolvidas em parceria com o Instituto E, além de látex natura da Amazônia. A fabricação de cada também par de tênis reutiliza pneus descartados, cortiça, palha de arroz, cana-de-açúcar, resíduos de fio de algodão e lona.

As pesquisas da marca resultaram em uma combinação inovadora e exclusiva que constitui o solado Osklen AG – contendo látex natural da Amazônia e resíduos reaproveitados, como borracha reciclada, pó de pneus descartados, cortiça e palha de arroz. Já a palmilha é fabricada em EVA verde, que tem cerca de 70% de cana-de-açúcar em sua constituição.

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Estes materiais também seguem um projeto da marca de causar impacto social. Para isso, a Osklen comprou 44% do volume de látex produzido pela Rede de Cantinas, projeto estabelecido na Terra do Meio, região de Altamira (PA), em 2019 e beneficiou diretamente 25 famílias locais. Esta iniciativa é responsável pela produção e comercialização de ingredientes locais, atividade que ajuda a proteger mais de 8 milhões de hectares de terras indígenas e unidades de conservação ameaçadas pelo desmatamento e pela extração ilegal de madeira.

“O tênis não é o objetivo final, ele é o objeto que catalisa a ética através da estética. É o resultado de um ativismo de várias pessoas e instituições. O convite é de que todos façam parte da cadeia. A nova maneira de manter a floresta em pé é criar um novo modo de processo economico para os moradores da floresta”, finaliza o Metsavaht.