Foto: Reprodução/Instagram/@soudealgodao

Por Chiara Gadaleta

Você reparou quantas vezes já pegou em uma peça de roupa e viu na etiqueta a frase “100% algodão”? Ou como o material está presente em outros itens que fazem parte do dia a dia, como meias, toalhas de banho, fronhas e lençóis?

Considerando a importância da matéria prima no mercado interno, já que o Brasil está entre os cinco maiores produtores, e buscando estimular o uso do material, nasceu em 2016 o movimento Sou de Algodão, com a proposta de unir todos os personagens que formam a cadeia produtiva, promover o consumo consciente e aumentar a participação da fibra na indústria da moda.

É um movimento único no Brasil, que nasceu para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia do algodão, dialoga com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas.

Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos, representando 36% de toda a produção mundial de algodão sustentável.

No seu quarto ano de existência do Sou de Algodão, com apoio do IBA (Instituto Brasileiro do Algodão), o movimento participou em mais de 15 desfiles no SPFW e na Casa de Criadores, realizou concursos para estudantes e atualmente, conta com mais de 350 marcas e estilistas, de diversos segmentos engajadas, que valorizam a fibra e o #produzidonobrasil. Entre elas estão Artex, MMartan, Track&Field, Brandili, Lojas Renner, João Pimenta e Cecilia Prado.

A iniciativa Sou de Algodão, além de incentivar o uso do material na indústria da moda brasileira, também defende o quanto a fibra pode ser confortável, sustentável e democrático, reforçando o consumo responsável, ou seja, a cada produto final produzido de algodão conta histórias dos profissionais da sua cadeia de valor para manter essa dinâmica de responsabilidade social.