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A Cartier anuncia parceria com o Lion’s Share Fund, projeto que une marcas, consumidores e ambientalistas para enfrentar a crise climática e de biodiversidade mundial. Liderado pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD) e por uma coalizão de empresas e parceiros da ONU, o fundo visa arrecadar mais de US$ 100 milhões por ano, até 2025, para impedir a destruição de ecossistemas e proteger os habitats naturais.

O acordo com as marcas envolve o repasse de 0,5% do seu investimento de mídia toda vez que seus anúncios apresentarem uma figura animal.

“A beleza do mundo natural sempre foi uma fonte de inspiração e criatividade para as peças atemporais da Cartier”, afirma Cyrille Vigneron, presidente e CEO da Cartier Internacional. “Como cidadãos do mundo, acreditamos que é nosso dever proteger sua biodiversidade e promover um impacto na conservação da vida selvagem. Isso significa reforçar o apoio da Cartier a projetos inovadores como o ‘The Lion’s Share Fund’ e unir forças para preservar o patrimônio natural do mundo para as gerações futuras”.

Lançado em setembro de 2018, o Fundo ajudou a Reserva Nacional do Niassa, em Moçambique, a acabar com a caça de elefantes, ao melhorar os sistemas de rádio dos policiais que protegem a vida selvagem na região.

Ele também cofinanciou a compra de terras para orangotangos, elefantes e tigres em perigo Sumatra do Norte, na Indonésia, e está expandindo seu trabalho, criando uma equipe feminina de guardas florestais e o primeiro santuário de rinocerontes da ilha.

Em fevereiro, após os incêndios florestais na Austrália, o Lion’s Share Fund lançou dois pequenos subsídios para apoiar a conservação da vida selvagem, incluindo esforços para tratar e reabilitar animais selvagens feridos em New South Wales e proteger a Kangaroo Island Dunnart da extinção.

Em resposta ao Covid-19, o Lion’s Share apoiará iniciativas em comunidades que dependem do ecoturismo. De acordo com o Conselho Global de Viagens e Turismo, em 2018, o setor de ecoturismo gerou mais de 21,8 milhões de empregos, muitos em comunidades rurais.

Por meio dessa atividade, as comunidades se beneficiam diretamente da vida selvagem, proporcionando capacitação econômica e incentivando a proteção da biodiversidade. Atualmente, as comunidades que dependem do ecoturismo enfrentam a perda repentina de empregos, renda e meios de subsistência, o que também desmotiva a conservação de terras e a gestão de recursos naturais.