Foi a Organização das Nações Unidas (ONU) que, em 2007, criou o Dia Mundial da Conscientização do Autismo. A ideia é alertar a sociedade e os governantes sobre o transtorno, ajudando a derrubar os preconceitos e os estereótipos.

Estima-se que 241 mil crianças brasileiras sejam autistas – dado que leva em conta a aplicação do índice da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) sobre o número de pessoas entre zero e 13 anos no País, o que representa 38,5 milhões, de acordo com o IBGE. Mas há especialistas que divergem desse cenário por conta da dificuldade de se fechar o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Abril foi batizado com a cor azul para destacar a importância sobre o tema. Segundo a Opas, a cada 160 crianças, uma tem a confirmação do autismo. No Instagram, a Ong Com.Paixão Kids (@com.paixaokids) lançou o desafio #compaixaokidsazul para dar maior visibilidade à causa. Eis uma iniciativa que a gente torce para viralizar!

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Juntos somos mais fortes!

1. Os transtornos do espectro autista (TEA) começam na infância e tendem a persistir na adolescência e na idade adulta.

2. Embora algumas pessoas com TEA possam viver de forma independente, outras têm graves incapacidades e necessitam de cuidados e apoio ao longo da vida.

3. As intervenções psicossociais baseadas em evidências, como o tratamento comportamental e os programas de treinamento de habilidades para os pais, podem reduzir as dificuldades de comunicação e comportamento social.

4. As intervenções para as pessoas com TEA precisam ser acompanhadas por ações mais amplas, tornando ambientes físicos, sociais e atitudinais mais acessíveis, inclusivos e de apoio.

5. Em todo o mundo, as pessoas com TEA são frequentemente sujeitas à estigmatização, discriminação e violações de direitos humanos. Globalmente, o acesso aos serviços e apoio para essas pessoas é inadequado. Saiba mais: paho.org

Maurício de Sousa lança personagem André – clique no link e assista ao teaser

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