Foto: divulgação
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Por Adriana Brito  

Depois de perder parte da família de forma trágica, o peixe-palhaço Marlin passa a criar Nemo com regras rígidas, esperando manter o filho sempre seguro. Certo dia, uma discussão entre os dois faz o jovem fugir até uma área distante onde é acidentalmente recolhido por um mergulhador. Foi a partir daí que Procurando Nemo, um dos títulos mais bem-sucedidos da Disney-Pixar ganhou a crítica e o público, encantado com as inúmeras histórias de superação da trama, sendo vencedor do Oscar de Melhor Filme de Animação, em 2004.

Durante a travessia pelo oceano em busca de seu filho, Marlin conhece Dory, uma peixinha da espécie tang azul que não consegue guardar nenhuma informação recente, a chamada memória de curto prazo, além de ser fluente nos diversos dialetos do baleiês. Ao final da aventura (vamos parar por aqui para não soar o alerta spoiler, afinal Procurando Nemo ainda deve ser inédito para algumas pessoas), a parceria entre esses personagens serviu de base para o novo filme que tem estreia prevista para o final de junho.

O quê? Como? Em Procurando Dory, os meses seguem e Nemo retoma a vida junto de seu pai, dos amigos e do professor Ray, de quem a peixinha desmemoriada passa a ser uma espécie de assistente. Numa aula de campo sobre o movimento migratório das arraias e como elas voltam para casa, ela percebe algumas lembranças e se pergunta angustiada sobre o que exatamente seriam. Ao ter a impressão de que esses flashbacks apontam para os seus pais, decide na- dar em busca de respostas.

Diferentemente do primeiro longa-metragem da franquia, se é que podemos chamar assim, aqui a investigação se dá por algo que não se sabe ao certo, com recordações esfumaçadas e poucas referências. Por isso é que quando a personagem de humor ensolarado chega ao Instituto da Vida Marinha e encontra Destiny, com quem desconfia ter aprendido baleiês, as esperanças de desvendar seu passado ganham mais força. Na companhia delas, outros nomes prometem cenas divertidas, caso do polvo Hank, cuja habilidade de se camuflar é incrível, e da baleia branca Bailey, que defende todos os recursos de seu sonar. Sendo assim, por que esperar? Que comece a procura.

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