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A Zegna não quer te tirar do armário. E, convenhamos, você também não vai querer sair. Ao celebrar a atemporalidade e a ideia de herança, a coleção de inverno 2026 propõe uma moda que existe no tempo, se adapta, se reinventa e permanece relevante à medida que atravessa gerações. Quase uma forma de moda circular em altíssimo luxo.

Seguindo a narrativa das últimas temporadas sob a direção criativa de Alessandro Sartori, a alfaiataria ganha leveza e fluidez, com volumes pensados para o conforto sem abrir mão da elegância. Casacos longos e blazers desconstruídos surgem com caimento natural, enquanto golas amplas e envolventes constroem jogos de camadas.

As calças exploram proporções alongadas e cinturas altas, desenhando a silhueta com naturalidade. A paleta mergulha em tons terrosos profundos, reforçando a sensação de permanência.

O couro aparece com linguagem gráfica, aplicado em jaquetas, coletes e detalhes de acabamento, adicionando textura e contraste à coleção. O abotoamento ganha protagonismo em variações sutis, que flexibilizam o uso das peças e ampliam as possibilidades de vestir. As bolsas seguem o mesmo raciocínio, com silhuetas inspiradas no terno e reinterpretadas em couro macio. Tudo converge para um armário feito de peças eternas, livres de modismos e cheias de elegância. No fim, quem quer mesmo sair desse armário?

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