
Fotos: Divulgação/Dolce & Gabbana
Por Cassio Prates
Hoje (20/6), a Dolce & Gabbana desfilou em Milão e decretou férias na Sicília. Mais que um destino, a coleção foi um retorno para casa: “É o lugar onde tudo começou e para o qual retornamos naturalmente há quase quarenta anos”, comentaram os estilistas.
Depois de uma proposta plural sobre diferentes maneiras de ser homem na última temporada — que acabou causando indignação pela limitação na escolha do elenco – a marca decidiu se reafirmar pelo que é – reforçando seus arquétipos: personagens extravagantes, maximalistas, bronzeados, sexys e assumidamente opulentes.
Na passarela bordados, jeans de cintura baixa rasgados, alfaiataria solta com blusas justas e sapatos tramados. O look 50 sintetizou esse exagero: camiseta com estampa de Jesus, calça rasgada, bordada e um terço no pescoço. O acessório, inclusive, repetiu-se em vários modelos. Uma caracterização de estereótipos e tradições católicas que só poderia ser italiana e D&G.
Mais verdadeiro e emocionante quando a marca mostra o que realmente é.

























