Foto: divulgação
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Nós sabemos que pode parecer muito bom para ser verdade. Mas há algumas coisas que você pode comer que podem dar uma acelerada em seu metabolismo e ajudar a eliminar aquelas toxinas que tornam difícil para o seu corpo se livrar do peso indesejado.

Apenas fique atento: para que essas comidas façam os seus devidos milagres, elas devem ser consumidas como parte de uma dieta saudável e equilibrada. Confira quais são elas abaixo!

Tamarindo - Foto: divulgação
Tamarindo – Foto: divulgação

Pasta de tamarindo
Tamarindo é um fruto que é muito utilizado em pratos indianos, e, recentemente, tem sido relacionado à perda de peso. Estudos têm demonstrado que diminui o apetite e a gordura corporal, controlando os níveis de serotonina, que está relacionada com saciedade.

Açafrão - Foto: divulgação
Açafrão – Foto: divulgação

Cúrcuma
Esta especiaria amarela é ideal não só para diminuir a inflamação crônica no corpo, mas também pode ter esse mesmo efeito em suas células de gordura. É isso mesmo: as células de gordura se inflamam! Segundo um estudo realizado pela Universidade de Tufts, nos Estados Unidos, quando ratos comeram esse ingrediente, eles ganharam menos peso e acabaram tendo uma menor porcentagem gordura corporal.

Suco de tomate - Foto: divulgação
Suco de tomate – Foto: divulgação

Suco de Tomate
Quem teria pensado que a clássica bebida de brunch, o Bloody Mary, poderia queimar gordura? Acontece que o suco de tomate ajuda a diminuir a inflamação, o que pode encolher suas células de gordura. Em um estudo publicado no British Journal of Nutrition, os pesquisadores descobriram que o consumo de 300 gramas de suco de tomate por 20 dias reduziu a inflamação sistêmica em mulheres com excesso de peso. O suco de tomate também tem sido apontado como responsável por aumentar a adiponectina, um hormônio que regula os níveis de açúcar no sangue e ainda estimula a queima de calorias.

Couve - Foto: divulgação
Couve – Foto: divulgação

Couve
Este rei dos vegetais não é apenas um dos alimentos mais ricos em nutrientes do planeta, mas também ajuda a suprimir o apetite e eliminar as toxinas do corpo. Quatro xícaras de couve (a quantidade que você usaria para uma salada) tem 10 gramas de fibra e nutrientes que ajudam a dar uma boa “limpada” no fígado. Com essa “faxina,”, você tem menos vontade de comer açúcar e frituras, os maiores aliados das suas células da gordura.

Salmão selvagem - Foto: divulgação
Salmão selvagem – Foto: divulgação

Salmão 
Embora não existam atalhos para se conquistar um tanquinho (isso vai requerer algumas flexões), você pode reduzir a gordura abdominal por meio do consumo de salmão selvagem. O omega-3 nesse alimento ajuda a melhorar a sensibilidade à insulina, o que reduz a gordura da sua cintura. O salmão selvagem também atua na tireóide, colaborando para um metabolismo mais rápido.

Brócolis - Foto: divulgação
Brócolis – Foto: divulgação

Brócolis
Quem iria adivinhar que o alimento poderia conversar com suas células de gordura? É exatamente isso que o sulforafano, um composto presente no brócolis, faz. Ele estimula uma enzima que diz para suas células adiposas que é preciso queimar gordura.

Abacate - Foto: divulgação
Abacate – Foto: divulgação

Abacate
Muitas vezes condenada, essa fruta atua de três maneiras na perda de peso. Sua gordura monoinsaturada mais as membranas celulares permitem que as células conversem melhor com os hormônios da queima de gordura. Ele também “desliga” os hormônios de armazenamento de gordura do corpo. Além disso, aumenta o metabolismo.

Castanha - Foto: divulgação
Castanha – Foto: divulgação

Castanha
Da próxima vez que você desejar descartar os potes com um mix de castanhas, pense duas vezes. Elas são realmente pequenas queimadoras de gordura. Elas ajudam a acelerar o metabolismo por meio da interação com o hormônio da tireóide e ainda previnem o acúmulo de toxinas no seu organismo.

Chia - Foto: divulgação
Chia – Foto: divulgação

Chia
Embaladas com omega-3, fibra e proteína, essas pequenas sementes ajudam a diminuir o apetite e acelerar o metabolismo. O truque é colocá-las de molho por 14 minutos para que elas inchem até 10x seu tamanho. Aí, você pode comê-las com farinha de aveia: quanto maior as sementes estiverem, mais rápido elas darão a sensação de saciedade.

Ostras - Foto: divulgação
Ostras – Foto: divulgação

Ostra
As ostras são a sua salvação quando você está de dieta e está jantando fora. Além de terem baixas calorias – existem apenas 50 calorias em seis delas –, elas são ricas em zinco, que ajuda a diminuir o apetite.

Óleo de coco - Foto: divulgação
Óleo de coco – Foto: divulgação

Óleo de Coco
Nem todas as gorduras alimentares são iguais. O óleo de coco é rico em uma cadeia de triglicérides que o corpo usa, preferencialmente, para a energia, deixando menor oportunidade para que eles sejam armazenados como gordura. Um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition mostrou que houve maior perda de gordura abdominal durante um período de 16 semanas quando o óleo de coco foi usado como substituto do azeite. Isso não significa que o azeite não tenha outras propriedades benéficas. Mas, para cozinhar, use óleo de coco e deixe o azeite somente para salada.

Canela - Foto: divulgação
Canela – Foto: divulgação

Canela
Essa especiaria aromática atua nos níveis de insulina presentes no organismo. Mas comer um bolo de canela não conta! Você precisa consumir, pelo menos, uma quarto de uma colher de chá de canela para obter seus benefícios da queima de gordura.

Café - Foto: divulgação
Café – Foto: divulgação

Café
Sabíamos que havia uma razão pela qual amávamos nosso café quentinho logo de manhã. Café estimula a adrenalina, que envia uma mensagem para seu corpo queimar gordura. Quando você bebe café 20 minutos antes de seu treino, ele também aumenta sua capacidade de treinar mais intensamente. A chave é beber o tradicional cafézinho preto. Nada de leite, pois essa bebida de origem animal reduz o potencial de queima de gordura. Mas atenção: se você beber muitas xícaras por dia, o café pode começar a interferir na capacidade do seu corpo de regular bem regular a insulina, o hormônio que controla a quantidade de açúcar no sangue.