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Cinco motivos para adotar de vez o filtro solar – até no escritório!

Você sabia que os dias nublados envelhecem tanto quanto os ensolarados, e que até a luz do computador deixa a pele do rosto flácida?

by elav
A luz artificial também causa danos à pele. Cuidado! - Foto: reprodução

A luz artificial também causa danos à pele. Cuidado! – Foto: reprodução

Por Karina Hollo

O verão está próximo, e o calor já chegou ao Brasil nesta primavera. Bazaar lista cinco dados científicos que vão (finalmente) te convencer a não sair de casa sem filtro solar. Confira:

Brasil solar
Cada cidade do mundo tem um índice de radiação ultravioleta (IUV) diferente – no Brasil, é sempre alto! O inverno paulistano, por exemplo, equivale ao verão parisiense. “Os níveis de radiação UV observados em um dia de céu claro no verão de São Paulo podem chegar a 15. No inverno, marcam 6. Em Paris, ele chega a 9 em dias muito quentes”, compara Marcelo Corrêa, especialista em meteorologia física e coordenador da Universidade Federal de Itajubá, em Minas Gerais. “No Nordeste, temos IUV entre 10 e 13. Varia menos do que no Sudeste, mas é muito alto o ano inteiro”, explica. Por isso, filtro solar, chapéu e óculos escuros são imprescindíveis em todo o território nacional, de janeiro a janeiro.

Dia nublado também envelhece
As nuvens são atenuantes naturais dos raios UVB. “Mas, mesmo em céu nublado, os raios UVA continuam agindo e levando ao aparecimento de sardas, manchas, pintas e acelerando o fotoenvelhecimento”, alerta a dermatologista carioca Vivian Amaral.

Retocar é preciso
No dia a dia, o equivalente a uma colher de chá de protetor solar espalhado no rosto, pescoço e colo é o suficiente para estar protegida. Quer se sentir mais segura? Retoque o rosto com um pó com FPS principalmente ao redor da boca, que fica em contato com líquidos. Na praia, não confie demais no “à prova d’água”. Você tem mesmo de repassar o produto a cada 2 horas, depois de entrar na água ou suar demais. Confie na sua intuição: sentiu os ombros fritando? Hora de repassar!

O (seu) FPS mínimo
A indicação da Sociedade Brasileira de Dermatologia é que usemos FPS 30, no mínimo. “Mas se você faz peeling, sessões de laser ou luta contra aquele melasma aplicando ácidos na testa, aumente o fator diário”, recomenda Ana Beatris Rossi, dermatologista brasileira responsável pelo ambulatório de dermatologia estética e cosmiatria do Hospital Universitário Larrey, em Toulouse, na França. Opte, no mínimo, pelo FPS 50. A região sensibilizada merece proteção extra, mesmo se a área for pequena.

Perigo à sombra
Apenas 7% de toda a radiação solar é composta pelos famosos raios UVA e UVB. Outros 54% dela são de raios infravermelhos (IRA). “Pesquisas ainda não conclusivas apontam que os IRA podem contribuir com o aparecimento de rugas e flacidez”, explica o dermatologista Adilson Costa. Mais: a radiação infravermelha pode emanar de lâmpadas e equipamentos eletrônicos, como o computador. Na dúvida, proteja-se com filtros que tenham pigmentos – eles criam uma barreira física. BB, CC e DD creams, portanto, são ótimos aliados.

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