Sabia que a peanut butter tem inspirado versões de nuts  menos trash e ricas em vitaminas? - Foto: Reprodução
Sabia que a peanut butter tem inspirado versões de nuts menos trash e ricas em vitaminas? – Foto: Reprodução

Por Karina Hollo

O Superalimento da vez é uma versão saudável de um item bem imprová­vel nas prateleiras natu­rais até agora: as pastas de nuts. Tem de castanha de caju, de amên­doa e até versões mais light da tradicio­nal, de amendoim. Todas liberadas para serem consumidas – com moderação, é claro. “Um dos grandes pontos positivos das pastas de nuts é que elas são ricas em vitamina E, selênio, magnésio e outros antioxidantes, além de trazer muitas gor­duras boas, segurando picos de glicemia e funcionando como poderosas mode­radoras de apetite. Ou seja, sabendo usar, são ótimos alimentos, que podem até ajudar a emagrecer”, explica a nutricio­nista Alessandra Luglio.
“As oleaginosas têm gorduras boas, chamadas monoinsaturadas, que au­mentam o colesterol bom e diminuem o ruim”, explica Gabriella Pereira, nu­tricionista esportiva da Care Club, em São Paulo. “Pesquisas científicas apon­tam que quem consome um bom volu­me delas tem mais facilidade de perder peso, porque esse composto é rico em fibras, em vitamina E e uma proteína chamada arginina, além de potássio e magnésio, todos nutrientes envolvidos no metabolismo de gordura.”

Para as malhadoras, é uma opção alta­mente energética. “A ideia é associar as gorduras boas ao carboidrato, comendo, por exemplo, uma torrada com manteiga de amendoim ou de amêndoas antes do treino”, diz Gabriella. Melhor: se acade­mia não está na sua lista de resoluções para 2014, mas perder dois quilinhos cai­ria muito bem para já, também vale in­cluir na dieta. “As pastas têm uma densi­dade nutricional alta. Uma fruta, sozinha, é rapidamente absorvida, gerando um pico de glicemia e fome muito mais rá­pido. As gorduras têm digestão lenta, pas­sam mais tempo no estômago, retardan­do a digestão do carboidrato. Quando a glicose é absorvida lentamente, há uma boa sensação de saciedade, sem efeito re­bote no apetite.” Além de tudo isso, elas ainda são fáceis de transportar, já que não necessitam ser conservadas em geladeira. Melhor, impossível.