Em uma batalha de beleza, nossa redatora chefe Camila Garcia, e a editora de beleza Vânia Goy, debatem sobre a pele bronzeada e a branquinha, tipo porcelana. Confira:

Da esquerda para direita: Superbalanced Powder Bronzer (R$169), Clinique; óleo Honey Bronze, The Body Shop; Photoage Mineral Color Fluido (R$169), Dermage; Solar Oil Protection SPF15 (R$29), Elséve L'Óreal Paris; Iluminador SunBem (R$119), Benefit - Fotos: Reprodução/Harper's Bazaar

“Sempre admirei ‘mulheres coloridas’ como Brigitte Bardot, Erin Wasson, Gisele Bündchen, que têm a pele dourada, cabelos queimados de sol, olhos contrastando. Não nasci loira nem com olhos claros, mas posso dizer que minha melanina joga a meu favor. Tenho tom de pele que, facilmente, fica bronzeado sem passar pela etapa da vermelhidão, mesmo sem bloqueador solar. Óbvio que sigo todas as recomendações da minha dermatologista, nunca tomo sol no rosto e evito ficar fritando feito lagartixa – apesar de já ter feito isso algumas vezes na adolescência, confesso. Para ajudar, umas luzes no cabelo que antes era castanho médio resolveram bem a questão. No rosto, sempre branco e mais pálido por causa dos protetores solares diários, abuso de pós bronzeadores e iluminadores que dão um glow. Para ir à praia, o segredo é usar um filtro com cor. E aí estou pronta para o verão. É inegável: com sol e pele bronzeada, sou muito mais feliz.” Camila Garcia

Da esquerda para direita: Batom Ruby Woo (R$79), M.A.C; Blush HD Microfinish Queckie (R$111), Make Up Forever; Blush Bronzer Duo (R$164), Nars; Lait Solaire SPF 50 (R$159), Biotherm; Génifique Sôleil Visage (R$189), Lancôme - Fotos: Reprodução/Harper's Bazaar

“Minha mãe fez parte do time das bronzeadas da década de 1980. Besuntava o corpo todo com óleo e, certamente, não esperava ter filhos tão brancos. Criança, eu vivia lambuzada de filtro solar na praia. Ela continuou fritando ao sol e nos mantendo à sombra. Bem que tentei ser uma adolescente bronzeada, ao lado das amigas que me chamavam de Gasparzinho ou Sebastian, a lagosta de A Pequena Sereia, quando o resultado era a pele vermelha. Depois de adulta, desisti. Cansei de ficar ardendo, nunca fico morena e tenho horror das marcas de biquíni. Não, eu não sou neurótica. Passo horas em ensolaradas praias baianas, mas com filtro 50, chapéu e muita sombra. Andar por aí com pernas branquinhas faz parte do meu estilo. Além do mais, pele de porcelana cai como uma luva com meus batons vermelhos.” Vânia Goy

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