Foto: reprodução/Harper's Bazaar
Foto: reprodução/Harper’s Bazaar

Por Anita Goes

Cera de abelhas, flores e extratos de plantas são alguns dos ingredientes presentes nas receitas pregadas na parede da sala de misturas da fábrica da Burt’s Bees, na Carolina do Norte. A sede da marca norte-americana de cosméticos tem cara de ambiente familiar, ou a cozinha de um chef, com tachos de metal com ingredientes recém-cortados, como manteiga fresquinha e mel, muito mel.

Os funcionários, que podemos contar nos dedos, seguem o passo a passo das instruções e fazem as misturas que depois virarão gloss, creme para as mãos, lip balms e outros muitos produtos. Esse toque homemade é a marca registrada da empresa, que começou realmente familiar, na década de 1980.

“Nossa preocupação na hora de produzir os cosméticos é a mesma que poderíamos ter com a alimentação: tudo deve ser fresco, fazer bem à saúde e ser o mais próximo do natural possível”, explica Celeste Lutrario, diretora de pesquisa e desenvolvimento da marca, em entrevista para Harper’s Bazaar. Com o lip balm, por exemplo, best seller e primeira criação da Burt’s Bees, a preocupação é dobrada, já que as pessoas acabam, sem querer, ingerindo o produto, fabricado a partir da cera das abelhas, ingrediente base de 90% dos itens da marca.

Outra linha que deve cair no gosto das mulheres é a recém-lançada Brightening Line, com cinco produtos que prometem clarear e homogeneizar o tom da pele, e que chega ao País no segundo semestre. “Ela tem como base margaridas brancas extraídas de uma floresta sustentável na Macedônia. São itens de cuidados diários, como cremes para o rosto, sérum para a área dos olhos e esfoliante, para tonificar e rejuvenescer a pele”, revela Celeste.

A produção sustentável é outra sacada da Burt’s Bees, que tem um programa para ajudar comunidades carentes ao redor do mundo. “Nós nos orgulhamos dessa iniciativa, pois geramos empregos e melhoramos a qualidade dos nossos produtos, sem causar dano ao meio ambiente”, finaliza Celeste.