Foto: Getty Images
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Por Miriam Spritzer

Alexander Skarsgård é um dos nomes mais em alta de Hollywood no momento. O ator sueco ganhou a atenção de fãs no mundo inteiro por interpretar personagens principais em séries populares como “True Blood” e “Big Little Lies” – a segunda lhe rendeu alguns dos principais prêmios Emmy, SAG e Globo de Ouro na categoria de ator coadjuvante.

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O reconhecimento não é apenas dentro da indústria. Esta semana, na estreia de seu filme “Kill Team”, durante o Tribeca Film Festival, em Nova York, Alexander recebeu de surpresa o prêmio Favorito dos Fãs STARmeter do IMDb. O portal de banco de dados premia aqueles atores que são os mais clicados pelos fãs.

“Kill Team” é baseado em um premiado documentário que estreou no festival em 2013 sobre a controversa ação dos Estados Unidos no Afeganistão. Na nova versão, Skarsgård interpreta o líder de um grupo de soldados americanos ao lado de Nat Wolff.

Na estreia do filme conversamos com Alexander sobre sua participação no Festival de Tribeca e os planos futuros de trabalhar como diretor.

Você já trabalhou em muitos filmes internacionais e independentes. Como é para você hoje participar do Festival de cinema de Tribeca?
É muito significativo para mim. É meu festival de cinema favorito. Eu moro em Nova York, então consigo vir caminhando para cá. É muito bom, a gente se sente em casa.

Você já tinha participado do festival antes?
Na verdade, eu já participei há quinze anos atrás com um curta metragem que eu dirigi. O Tribeca foi o primeiro festival que a gente foi aceito. Foi o primeiro e até agora o único filme que eu dirigi. Eu ainda mora na Suécia naquela época, e estava começando a trabalhar como ator, era desconhecido. Eu e meu amigo, que ajudou no filme, estávamos muito animados em viajar para Nova Iorque trazendo o nosso curta. O pessoal da curadoria e do festival foram ótimos com a gente. Eu amo esse festival, o Tribeca tem um significado especial para mim.

Você pensa em seguir mais para a direção?
Eu dirigi apenas um filme de oito minutos mil anos atrás. Naquela época eu queria dirigir mais, estava bem focado nisso por um segundo. E aí começaram a surgir muitos trabalhos como ator e acabei seguindo essa onda. Eu não sei, seria interessante ter essa experiência de novo. Essa pergunta me fez pensar, o que aconteceu com a minha carreira de diretor? Não sei o que aconteceu. Será que eu deveria ter sido um diretor esse tempo todo? (risos)

Espero que não tenha criado uma crise existencial, afinal está tendo uma carreira incrível como ator.
Eu estou vivendo um momento muito legal na minha carreira, têm muitas coisas surgindo para eu atuar e estou me divertindo com isso. Mas é claro, se eu achar algum projeto, ler algum roteiro que eu sentir que eu devo dirigir, que é uma história que eu quero contar, provavelmente eu vou tentar. Não desisti desse lado diretor ainda.

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