Bazaar entrevista: Marina Melo é nome para ficar de olho na música

A artista fala do seu novo trabalho, a relação com a moda e muito mais

by Luigi Carta
Foto: Reproduç]ao/Instagram/@marinamelomelo

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A jovem cantora e compositora paulista Marina Melo estreou na música com o álbum “Soft Apocalipse”, gravado de forma independente pela Alcachofra Records e produzido por Gabriel Serapicos em 2016.

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Previsto para agosto de 2019, seu segundo álbum tem produção de Chico Neves e foi gravado no Estudio304, que fica em Macacos, distrito envolto por rios e montanhas próximo a Belo Horizonte. E primeiro single do próximo disco dela, intitulado “Eita, baby”, acaba de ganhar um videoclipe no YouTube.

Bazaar bateu um papo com a artista. Leia na íntegra:

Onde e em que ano você nasceu, e como começou sua relação com a música?
Nasci em São Paulo em 1990 e comecei a estudar música com 18 anos, canto, violão e piano

Qual o momento que você descobriu que viveria de música?
Quando comecei a compor, vi que era uma coisa que queria muito fazer, aos 22 anos

De onde você tira sua inspiração?
De coisas que eu vivo e coisas que eu vejo. Por exemplo, na música que acabei de lançar, que se chama “Gente”, uma das estrofes fala “todo mundo pergunta se está tudo bem, mas ninguém responde se está mesmo tudo ok”. E como essa pergunta já perdeu o valor, então são coisas do cotidiano, entende?

Quais os artistas do Brasil e do mundo que você admira?
Itamar assunção, Tulipa Ruiz, uma dupla franco cubana chamada Beyi, um rapper belga chamado Stromae. D nova safra brasileira tem também Julia Branco, Jadsa, Juliano Holanda e Almério.

Foto: Reproduç]ao/Instagram/@marinamelomelo

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Você faz parcerias? Com que você já trabalhou?
Nesse disco fiz parcerias com muita gente. Na música “Gente”, trababalhei com o Juliano Holanda, um compositor de Pernambuco. A música “Eita, Baby” fiz com três compositores, dois bahianos e uma sergipenha

Você está com agenda de shows?
Agora estou em pré-lançamento, mas meu show de lançamento será no dia 30 de agosto no centro cultural São Paulo.

Você é ligada em moda? E como voce vê a relação da moda com a música?
Assim como eu componho, crio imagem e compartilho com o mundo. A forma como a gente se veste é também uma forma de compartilhar imagem. Nem sempre fui ligada à moda, mas atualmente gosto de fazer uma produção legal. A roupa comunica e cria interações também.

Quais grifes estilistas nacionais e internacionais você se identifica e porquê?
Para as fotos do meu primeiro disco fiz uma parceria com a Heloísa Faria. Além disso, trabalhei minha imagem em várias frentes. Por um lado, tem a criação de uma paleta de cores que fiz com uma designer. Por outro lado, fiz fotos e clipes com Lais Aranha. Criamos um imaginário comum direção de arte, que é a cargo da Fernanda Leite e figurino com a Annik Maas. A gente foi colhendo referência e criando as coisas em conjunto.

Você tem um contato especial com suas redes sociais?
Por conta do trabalho, cuido muito do instagram, pois sei que ele funciona como cartão de visitas.

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