Escultura Rolling Beating, de Guan Xiao - Foto: divulgação
Escultura Rolling Beating, de Guan Xiao – Foto: divulgação

Por Kênya Zanatta

A Bienal de Lyon, uma das mais importantes do calendário mundial, reúne artistas de 28 países sob o ambíguo título A Vida Moderna. A expressão, que há 50 anos exprimia a crença ingênua no inevitável progresso da humanidade, soa irônica diante das contradições da sociedade atual. Seguindo esse espírito, obras em sua maioria inéditas refletem sobre o legado da modernidade e questionam a suposta evolução linear da História.

O francês Yto Barrada, o americano Alex Da Corte e o chinês Guan Xiao estão entre os selecionados pelo curador Ralph Rugoff, diretor da Hayward Gallery, de Londres, que privilegiou artistas cujas obras suscitam um diálogo com o espectador. Ainda na programação, o museu de arte contemporânea de Lyon organiza a mostra Esse Fabuloso Mundo Moderno, com 30 pinturas e esculturas pinçadas de seu acervo, incluindo obras do sul-africano William Kentridge, do americano Ed Ruscha e da brasileira Lucia Koch.

Rendez-vous 15 apresenta,em parceria com outras bienais, um panorama da jovem criação internacional. Finalmente, o convento de La Tourette, construído pelo arquiteto modernista Le Corbusier nos arredores de Lyon, abriga uma exposição individual do artista anglo-indiano Anish Kapoor.

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