A top Kate Upton - Foto:reprodução/Harpe's Bazaar
A top Kate Upton – Foto:reprodução/Harpe’s Bazaar

Por Mariane Morisawa

Kate Upton, a top curvilínea que, mesmo fora dos padrões, é referência fashion, estreia hoje (08.05) com um grande papel no cinema, depois de algumas pontas. Mais especificamente na comédia Mulheres ao Ataque, dirigida por Nick Cassavetes. Sua personagem, Amber, envolve-se com Mark King (Nikolaj Coster-Waldau), casado com Kate (Leslie Mann) e que já tem outra amante, Carly (Cameron Diaz). Quando as três descobrem a existência umas das outras, decidem se juntar, em princípio para se vingar do traidor. “É um filme sobre amizade feminina”, explica Upton, em entrevista a Bazaar.

Uma das cenas do longa Mulheres ao Ataque - Foto:divulgação
Uma das cenas do longa Mulheres ao Ataque – Foto:divulgação

“Não estou dizendo para toda garota ser a melhor amiga da amante do marido!”, diz, soltando a primeira de suas frequentes gargalhadas. “Mas, às vezes, as mulheres são competitivas entre si, quando deveriam ser competitivas consigo mesmas, para se superarem e melhorarem como pessoas.”

Kate Upton tem conhecimento de causa. Estabeleceu-se numa das carreiras mais competitivas que existem, a de modelo. “Faço o melhor que posso, não fico me comparando com as outras. E espero que nenhuma mulher se compare a mim, porque cada uma é incrível à sua maneira”, afirma. Poderia ser um discurso pronto, mas parece autêntico. Esse ar genuíno é uma das razões de seu sucesso.

Nascida na pequena St. Joseph, no estado de Michigan, sempre quis ser modelo e atriz. Adolescente, o sonho deu certo. Não foi tão fácil. “Não tinha ninguém para me guiar na carreira.” No caso de Kate, os primeiros trabalhos foram em catálogos de biquíni e coisas assim, que exploravam suas formas voluptuosas. Depois, vieram as edições especiais de maiô da revista Sports Illustrated. Esperta, começou a explorar as redes sociais, tornando-se famosa com vídeos no YouTube em que aparecia dançando.

“As celebridades tomaram o lugar das modelos nas capas de revistas. Mas por que não ter uma modelo-celebridade?”, perguntou, em entrevista ao jornal The New York Times. Não demorou muito para ultrapassar a barrera da “modelo comercial” para a “modelo fashion” e estampar a capa da Bazaar, em matéria assinada por Carine Roitfeld. De vez em quando, ouve insinuações de que deveria fazer dieta. Não liga. “Se você não coloca nada para dentro, parece morta! Por isso algumas modelos parecem alienígenas hoje”, diz, rindo. “Eu amo meu corpo”, resume.

Assista ao trailer do filme, clique: