Releituras de Pedro Vidotto dos filmes O Poderoso Chefão e Pulp Fiction, à venda na Urban - Fotos: Reprodução/Harper's Bazaar

As galerias online se multiplicam com o objetivo de tornar a arte mais acessível. Um exemplo é o Urban, fundado por André Diniz, está no ar desde 2009 e, no ano passado, abriu a pri­meira loja física na rua Oscar Freire. Lá, estão à venda pôsteres, quadros, fo­tografias e adesivos de pegada pop/street. Na mesma linha, as cariocas do Youngs, Louie Martins e Lívia Jacome, comercializam gravuras e serigrafias a preços que variam de R$ 45 a R$ 400.

Obra Horizonte Distante, de Daniela Ometto, à venda na Coletor - Foto: Reprodução/Harper's Bazaar

O Coletor ainda vai além do conceito  de galeria online. Recém-formados em Direito pela Fundação Getúlio Vargas, Fernando Ticoulat, Germano Santos e Guilherme Duarte decidiram ser produ­tores culturais. No site, inaugurado em maio, além da venda de peças de arte, há um blog que traz imagens com referên­cias artísticas colhidas em viagens dos donos e trilhas sonoras mixadas por Fer­nando.

Obra Pena#4, de Rafael M. Milani, à venda na Coletor - Foto: Reprodução/Harper's Bazaar

A tendência de vender arte acessível surgiu em 2006, com os franceses Alexandre de Metz e Paul-Antoine Briat, fundadores da YellowKorner. Começaram sua história com um blog e uma loja em Paris, onde ven­diam fotografias de grandes nomes, como Dorothea Lange e Man Ray. A lógica de barateamento dos cus­tos de produção era simples: ao invés de uma tiragem de dez fotos vendidas a 5 mil euros cada, eles impri­miam 500 para vendê-las a 100. No Brasil, um formato semelhante é adotado pela Lume Photos, que já tem lojas em São Paulo, no Rio e em Fernando de Noronha.

Por Catrina Carta

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