Olivia usa tricô, R$ 878, Kate Spade; saia, R$ 484, Cristine Ban; e sapatos, R$ 500, Reinaldo Lourenço - Foto: Reprodução/Harper's Bazaar
Olivia usa tricô, R$ 878, Kate Spade; saia, R$ 484, Cristine Ban; e sapatos, R$ 500, Reinaldo Lourenço – Foto: Reprodução/Harper’s Bazaar

Na galeria Logo, em São Paulo, Olivia Tabet é o que se chama de galerina – nome dado nas galerias de Nova York para quem faz de tudo um pouco. No caso dela, isso significa entrar em contato com os colecionadores, ir aos ateliês, escolher as obras das feiras, vender… É o seu primeiro trabalho na área – apesar de ser formada em Artes Plásticas e ter sido sempre incentivada pela mãe, a arquiteta Cândida Tabet.

Olivia acompanhou a abertura da Logo desde o embrião, convidada pela dona, Carmo Marchetti. As duas se conheceram por meio de amigos em comum, quando Olivia ainda trabalhava como cantora e compositora. O estilo do que veste depende do artista com o qual esteja lidando no momento. “Estou trabalhando com a obra do pintor taiwanês Lin Yi Hsuan ultimamente. Seu universo é lúdico e minhas roupas também têm ido por esse caminho”, conta.

Olivia faz o tipo ladylike, com vestidos soltos, cintura marcada e sapatos baixos. Entre as marcas favoritas estão a sempre artsy Maria Bonita e a Bottega Veneta, mas os queridinhos do closet são os modelos que ela mesma inventa. Olivia compra os tecidos, cria e costura, da mesma forma com que corta seu próprio cabelo e fabrica suas clutches. Para montá-las, usa convites de cartolina como base para os tecidos – os da Gagosian Gallery, com um tipo de papel mais grosso, são seus preferidos. O resultado faz sucesso, mas Olivia descarta passar a vendê-las.