Os famosos Museus do Vaticano consistem em mais de mil quartos e galerias com tesouros de arte de todas as épocas e de valor incalculável. Em tempos de quarentena, dá para ver muitas obras incríveis online: o site é muito completo e tem muitas fotos de obras para apreciar. Além disso, você pode fazer turnês em imagens 360º.

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A surpreendente coleção inclui obras do antigo Egito, Grécia, Roma e do Renascimento – com esculturas, pinturas, tecidos, entre outras preciosidades.

Foto: Pixabay

O conjunto dos museus se tornou realmente magnífico com a criação do Museu Pio-Clementino para abrigar várias obras famosas, entre elas a “Ariadne Adormecida” (séc. II a.C.), o original do “Laocoonte”, restaurado por F. Magi, que identificou o trabalho como sendo do século II a.C.; a “Vênus de Cnido” e a “Vênus Banhando-se”, cópia de uma escultura de Doidalses, do século II a.C.

Museu Gregoriano-Etrusco

O papa Gregório XVI (1831-1846) criou o Museu Gregoriano-Etrusco, onde estão preservados tesouros como a ânfora de “Exéquias”, obra prima de um dos melhores pintores atenienses de vasos do século II a.C., representando Aquiles e Ájax jogando dados; o grande broche oriental do século VII a.C. e o “Acroterion” do século V a.C.

Pinacoteca Vaticana

A Pinacoteca Vaticana foi criada por Pio VI (1775-1799), quando os franceses, obedecendo ao Tratado de Tolentino, devolveram as obras de arte que haviam levado para Paris.

Na pinacoteca o visitante pode percorrer a arte italiana, século por século, a começar pelo “Políptico Stefaneschi”, realizado por Giotto em 1300, até o magnífico “Anjo Músico” de Melozzo de Forli.

A pintura mais antiga e rara está na primeira sala: representa o “Juízo Final” e é assinada pelos artistas Johannes e Nicolaus, que viveram no final do século XI e início do XII.

Na pinacoteca não faltam obras maravilhosas, como o medalhão da “Virgem com o Menino”, de Pinturicchio e o “São Benedito”, de Perugino (1459); “A Madona e o Menino”, de Vitale de Bologna; a dramática “Crucificação de Niccolò Alunno”; “Santa Catarina” e a “Madona e o Menino no Trono de São Domingos”, ambos de Fra Angélico; e a” Madona no Trono com Santos”, de Pietro Perugino.

Rafael

No salão inteiramente destinado a Rafael, podem ser apreciados a “Coroação da Virgem”, a “Madona de Foligno” (1512) e a “Transfiguração”, entre outros trabalhos do artista. Talvez o mais famoso fresco de Rafael seja o chamado “A Escola de Atenas”, grande alegoria da filosofia antiga.

Sala do Incêndio

A seguir vem a Sala do Incêndio de Borgo, assim chamada por causa da pintura que representa o papa Leão VI apagando milagrosamente um incêndio.

Sala de Constantino e Sala de Heliodoro

Por último a Sala de Constantino e a Sala de Heliodoro, onde Rafael realizou um seu auto-retrato, ao lado da poltrona do papa, no contexto do afresco a “Expulsão de Heliodoro do Templo”.

Fonte: www.areliquia.com.br