Foto: Divulgação

Seguindo as recomendações do Governo do Estado de São Paulo na luta contra a disseminação do coronavírus, o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) está de portas fechadas por tempo indeterminado. Para os amantes de arte e curiosos pelo seu acervo gigantesco, o museu preparou conteúdos digitais para continuar levando cultura ao público.

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A partir desta segunda-feira (06.04), o MASP organiza conversas entre curadores do museu e convidados através de lives no Instagram do museu. As transmissões acontecem toda segunda e sexta-feira, às 18h.

A primeira edição terá um encontro entre Adriano PedrosaLilia Schwarcz, diretor artístico e curadora-adjunta de histórias do museu, em torno das histórias do MASP, noção plural e polifônica que guia a programação do museu anualmente desde 2016. Esse termo, em português, abrange tanto a ficção como a não ficção, as narrativas pessoais, políticas, econômicas, culturais e mitológicas.

Obra de Liane Chammas, da série MASPemcasa – Foto: Divulgação

Além dos conteúdos habituais nas mídias sociais do museu – como a #TBT que resgatam momentos históricos -, a nova série “masp [curadoria] em casa” lava ao Instagram, Facebook e Twitter comentários de curadoras e curadores sobre uma imagem relacionada ao museu a partir de uma perspectiva pessoal. Pode ser uma obra, um detalhe da arquitetura, uma exposição, uma atividade, uma palestra ou um seminário, do passado recente ou remoto.

Já o MASP Áudios é um aplicativo gratuito – disponível para download na App Store e no Google Play – que reúne cerca de 170 comentário feitos por curadores, artistas, professores, pesquisadores e crianças sobre as obras mais icônicas do acervo.

O canal do YouTube traz os vídeos de seminários e palestras, entrevistas com artistas e outros detalhes sobre algumas exposições. No Google Arts & Culture é possível fazer um tour virtual e explorar a exposição permanente do MASP, “Acervo em Transformação”. Aliado com o aplicativo, esta é uma nova forma de passear pelo museu sem sair de casa.

As exposições “Hélio Oiticica: a dança na minha experiência”, “Trisha Brown: coreografar a vida” e “Sala de vídeo: Babette Mangolte”, que abririam no dia 20 de março, serão adiadas até o museu retomar suas atividades.