Cate Blanchett - Foto: Getty Images
Cate Blanchett – Foto: Getty Images

Com a lista oficial dos nomeados em mão, a Bazaar selecionou alguns dos destaques do Oscar 2015 como as grandes apostas da redação para a premiarão. Confira:

Boyhood - Foto: Reprodução
Boyhood – Foto: Reprodução

Boyhood
Foram 12 anos construindo uma história sobre o amadurecimento de um mesmo menino, dos 5 aos 18 anos, o ator Ellar Coltrane. O feito que, por si só, já é notável, ganha ainda mais com um roteiro que cresce junto com seus personagens. Ideia de Richard Linklater, um dos fortes candidatos à indicação para Melhor Diretor. Estreou no Brasil em outubro.

Still Alice - Foto: Divulgação
Still Alice – Foto: Divulgação

Still Alice
Julianne Moore no papel da mãe e intelectual que, precocemente, começa a apresentar sintomas da Doença de Alzheimer está arrebatadora. Caixas de lenços são necessárias. Fica difícil competir com esse combo dramático: Moore em forma + personagem com Alzheimer. Sem data de estreia prevista no Brasil.

Birdman - Foto: Reprodução
Birdman – Foto: Reprodução

Birdman
Às vezes, Hollywood decide fazer selfies com roteiros autorreferentes ao próprio cinema americano. Birdman é um desses casos. Michael Keaton, favorito a concorrer pela estatueta de Melhor Ator, faz o que parece ser um reflexo dele mesmo: um ator que um dia fez sucesso como super-herói nos cinemas (Keaton fez dois Batman) e sofre com a decadência de alguém não mais levado a sério pela indústria. Estreia no Brasil: 22 de janeiro.

Selma - Foto: Reprodução
Selma – Foto: Reprodução

Selma
Um ano após o Oscar de Melhor Filme para 12 Anos de Escravidão, a questão racial chega novamente com força à premiação com mais um épico biográfico. E, desta vez, a história que se conta é a de ninguém menos que Martin Luther King. Selma, nome do filme e da cidade do Alabama de onde partiram as três marchas pelo direito de os negros votarem nos EUA, em 1965, vem com a melhor recepção da crítica da temporada. E com o peso de ser a primeira cinebiografia de um herói americano. Apesar de já ter aparecido como personagem em Malcolm X e Uma História Americana, King nunca foi a figura central em um longa. Forte candidato a Melhor Filme do ano, com o bônus de ter na direção uma negra, Ava DuVernay, o que em Hollywood é um feito. E, digamos, uma questão bem “em moda” nos EUA hoje. Estreia no Brasil: 25 de janeiro.