Os figurinos de série mais comentados de 2020
Foto: Divulgação

As séries e plataformas de streaming foram nossas maiores companhias em 2020, afinal, elas foram responsáveis por nos fazer viajar e conhecer novas pessoas e lugares durante o isolamento social. Mas não foram apenas as histórias e tramas que chamaram a atenção. Este ano foi marcado por figurinos impactantes e inspiradores.

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Sejam em produções de época, como é o caso de “O Gambito da Rainha”“The Crown”, ou em produções atuais, como a icônica “Emily em Paris”, não faltou inspirações para a hora de se vestir. Para encerrar o ano – e se preparar para as produções que vem aí -, relembre cinco figurinos marcantes:

“The Crown”

A quarta temporada de “The Crown” é uma das mais esperadas pelos amantes da série que acompanha o reinado da rainha Elizabeth II e a família real. Isso porque finalmente a princesa Diana entra para a trama e toda a história de seu casamento (não tão dos sonhos, como muitos imaginavam) com o príncipe Charles.

Além de poder acompanhar toda a história de uma das famílias mais conhecidas do mundo, a série é uma das mais fiéis quando o assunto é criação de figurino. A riqueza de detalhes nas roupas usadas por Emma Corin, que interpreta Lady Di, é chocante e comparações na internet entre a vida real e a ficção provam que a produção de “The Crown” não está para brincadeiras.

Entre o look mais impactante, o vestido de noiva da princesa era o mais aguardado. A recriação da peça – a versão oficial tinha 10 mil pérolas, uma cauda de 7,6 metros e véu de chifon de seda – foi um verdadeiro desafio para a figurinista, já que é o principal look na memória dos amantes de Diana. Para o resultado final, a equipe de produção contou com a ajuda de David e Elizabeth Emanuel, os estilistas responsáveis pela criação do vestido de noiva.

“Emily em Paris”

Até quem não assistiu a série que acompanhou a aventura de Emily Cooper em seu novo trabalho em Paris foi impactado pelos looks usados por Lily Collins na série. Quando foi anunciada, a produção foi compara a nomes como “Sex and the City”“Gossip Girl” pela sua pegada fashionista, o que acendeu o interesse dos espectadores.

Com styling assinado por Patricia Field, responsável pelo figurino de “Sex and the City” e “O Diabo Veste Prada”, as expectativas ficaram ainda mais altas. O resultado final agradou alguns, mas decepcionou a maioria. As produções foram chamadas de caricatas, incoerentes com o mundo atual e exageradas. Para algumas pessoas, outras personagens da série, como Camille, por exemplo, são muito mais interessantes do que a própria protagonista.

“The Undoing”

Na contramão da falta de elegância esperada para “Emily em Paris”, “The Undoing”, série da HBO estrelada por Nicole Kidman, surpreendeu positivamente com o figurino impecável de Grase Faser. A história, ambientada em Nova York, fala sobre a trajetória de uma terapeuta que vê sua vida virar de ponta cabeça depois que seu marido se envolve em um desastre.

Os casacos, sobreposições e combinações de cores foram os fatores do figurino da personagem de Nicole que mais chamaram a atenção do público. A produção criou um mix perfeito de elegância e modernidade, sem deixar os looks caricatos ou exagerados para as situações. Além disso, os cabelos enrolados e ruivos de Nicole Kidman ganharam diversos fãs pela internet.

“High Fidelity”

Vamos combinar que qualquer produção que conte com Zoë Kravitz em seu elenco já tem seu nível cool aumentado em diversos níveis, mas, em “High Fidelity”, este fator é intensificado pelo figurino da personagem principal. Camisas estampadas, camisetas com elementos populares, jeans com modelagem vintage, botas e tênis formam looks que servem perfeitamente como inspiração para o dia a dia.

“O Gambito da Rainha”

Com um recorde de audiência da Netflix, é quase impossível encontrar alguém que não tenha se rendido às disputas de xadrez de “O Gambito da Rainha”. A série, estrelada por Anya Taylor-Joy, é ambientada nos anos 1960 e apresenta visuais carregados de elementos da época, mas que são ao mesmo tempo atemporais e elegantes. As roupas marcam a trajetória da jogadora em uma época em que o feminismo começa a ser explorado pelas mulheres – também na moda.