- Foto:divulgação
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Por Luísa Graça

Ellie Rowsell não resiste à moda dos anos 60. Ama vestidos mod com meia-calça e o look Jean Shrimpton. “Gosto dos anos 90 também, mas vejo isso aparecer mais na minha música do que nas minhas roupas”, diz a garota à frente da banda Wolf Alice à Bazaar. Sim, a banda bebe da fonte do movimento Riot Grrrl – um dos motivos pelos quais a adoramos. Mas, entre nuances de outras influências, como rock clássico e até mesmo folk, o jovem quarteto londrino não poderia ser mais atual. “Estamos encontrando nossa sonoridade. Não temos pressa, mas não queremos chegar ao som do segundo álbum antes de fazer o primeiro.” Creature Songs, o recém-lançado segundo EP do Wolf Alice, é mais um passo antes da gravação do disco de estreia, provavelmente no próximo semestre. Uma microcompilação de faixas distintas com os elementos-chave da promissora banda: a serena voz de Ellie em meio a arranjos barulhentos e distorções, nunca comprometendo a melodia. Wolf Alice está com tudo.

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