Foto: Arquivo Harper's Bazaar
Foto: Arquivo Harper’s Bazaar

No momento de adquirir uma passagem aérea ou cotar uma viagem, é importante pensar também na parte burocrática que isso envolve. Se você planeja sair do país, um dos passos fundamentais para escolher o destino é saber quais são as exigências do local para que turistas estrangeiros possam cruzar a fronteira e aproveitar as belas paisagens e atrações do país.

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Em alguns casos, mesmo que você não desembarque no país, o simples fato de haver uma conexão ou escala no destino já obriga as companhias aéreas a exigir o visto para aquele país. Assim, se você não tiver essa permissão para entrar no país, pode perder a passagem aérea, pois é um dever do passageiro ter a documentação necessária para embarcar.

Porém, alguns passaportes são considerados muito valiosos no mundo, pois as relações diplomáticas de seus países permitem que eles acessem uma grande quantidade de localidades sem necessitar de vistos para turismo.

Por esse motivo, esses passaportes são considerados poderosos, garantindo que essas pessoas possam ir a diferentes países sem se preocupar com os custos e o tempo que deve ser dedicado para conseguir essas autorizações.

Veja abaixo os dez passaportes considerados mais poderosos ao redor do mundo:

1. Japão (190 países)
2. Coreia do Sul, Singapura (189 países)
3. Alemanha, França (188 países)
4. Dinamarca, Finlândia, Itália, Suécia (187 países)
5. Espanha, Luxemburgo (186 países)
6. Áustria, Estados Unidos, Holanda, Noruega, Portugal, Reino Unido, Suíça (185 países)
7. Bélgica, Canadá, Grécia, Irlanda (184 países)
8. República Tcheca (183 países)
9. Malta (182 países)
10. Austrália, Islândia, Nova Zelândia (181 países)

O passaporte brasileiro
O Brasil também tem um passaporte considerado poderoso. Com o passaporte brasileiro, é possível entrar em 171 países, sem necessariamente precisar de uma autorização prévia, quando o motivo da viagem for turismo.

Uma das decisões mais importantes para aumentar a importância do passaporte brasileiro foi o princípio da reciprocidade, adotado pelo Ministério das Relações Exteriores até 2018. Ou seja, o Brasil mantinha uma relação de mais abertura diplomática com os países que ofereciam o mesmo benefício aos brasileiros.

Atualmente, o Ministério das Relações Exteriores tem assumido uma outra prática, permitindo que turistas de países que não permitem a entrada de turistas brasileiros sem visto possam entrar no Brasil sem o visto de turismo. A decisão evoca a necessidade de abertura para o capital estrangeiro e a exploração dos potenciais turísticos nacionais.

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