O monastério Taktshang/Arquivo Pessoal

A arquiteta Silvana Ticoulat herdou da família o vício por viagens pouco comuns. Uma vez ao ano, reúne as amigas e parte para algum canto inusitado do globo.

A fama de boa viajante resultou na criação da Trip Tips, página do Facebook lançada no fim do ano passado e que já conta com mais de três mil membros – que compartilham informações relacionadas a diferentes destinos.

“Não gosto de pacotes prontos. As dicas de amigos são mais valiosas na hora de montar um roteiro interessante”, conta. Em um deles, que incluía visita à Índia e ao Nepal, ela decidiu estender a programação até o Butão. “As paisagens são deslumbrantes, e a cultura da felicidade como regra é encantadora”, diz.

“Vá entre os meses de março e outubro. Leve roupas confortáveis, para as longas caminhadas em terrenos íngremes, filtro solar e hidratante, pois o clima é seco e o sol, forte – além de uma turma de amigos com espírito de aventura.”

Voo
Fomos de Katmandu, no Nepal, para Paro. Só é possível chegar por meio da Druk Air, companhia aérea do rei Jigme Khesar Namgyelwangchuck. Sente-se do lado esquerdo do avião, para ver a cordilheira do Himalaia e o Everest. É deslumbrante!

Hospedagem
Os hotéis privados foram inaugurados recentemente, e a maioria dos locais pertence ao governo. Para entrar no país, é necessário pagar uma diária de US$ 250, que inclui hospegadem pública, refeição e um guia.

Arquitetura
As construções no Butão são semelhantes às chinesas e tibetanas.

Roupas
Feitas em teares e tingidas à mão, as peças custam cerca de US$ 1.000.

Passeio
Visite os dzongs, antigos fortes onde os mosteiros budistas eram instalados. E não deixe de ir aos terraços com plantações de arroz.

Festival
Em setembro, acontece a festa religiosa Tshechu. Peça bênçãos e proteção contra todos os males!