Hoje foi dia de despedida geral! Nosso voo saía de Malpensa as 20h e deveríamos estar lá as 18h. Como levantamos as 11h, o dia foi de correria. Na última hora vem aquela sensação de estar esquecendo de ver algo, de deixar alguma coisa para trás, enfim…

Então nos encapotamos e fomos bater perna. Na hora que saímos do hotel percebemos alguma coisa muito errada. A polícia estava em todos os lugares e absolutamente não existiam carros na rua.

Moral da história: Milão estava com uma taxa altíssima de poluição e o governo local decretou que nenhum, mas nenhum carro mesmo (incluindo taxis) poderiam circular. Se eles passassem para um nível a mais, ou um grau, não entendi bem como é a medida, teriam que pagar uma multa astronômica para a Comunidade Européia.

Bom, diante dos fatos voltamos correndo para afivelar as malas e partir, de trem, para o aeroporto, que é bem longe da cidade. Mas, como na Europa tudo é diferente, houve uma manifestação de hotéis e taxis e conseguiram liberar alguns. Bingo! Como já estávamos prontos, garantimos o nosso. E foi nesse clima de “salvos pelo gongo” que deixamos a Itália!

A compra mais legal que fiz na viagem? Um patinete de adulto, febre total em Paris, super profissional, dobrável e com alça a tiracolo. Mais uma vez a cidade luz lança moda, como fez com velib e tantos outros jeitos charmosos de driblar a crise, a poluição, o transito, mas de jeito nenhum sem abrir mão da classe.

 

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