
Detalhes do Hôtel Lancaster, que completa um século de história: ícone da hotelaria de luxo parisiense e refúgio de estrelas do cinema, da realeza e de grandes personalidades, tem atmosfera de mansão familiar e dispõe de 54 suítes divididas em sete categorias diferentes. Foto: Divulgação
Diz-se que, em Paris, a viagem depende do endereço certo, para além da boa hospedagem, evidentemente. No coração de Champs-Élysées, entre o ritmo cosmopolita e o charme atemporal da capital francesa, o Hôtel Lancaster mantém o espírito intimista de uma residência parisiense. Construído em 1889 e convertido em hotel de luxo em 1925, o edifício de oito andares celebra seus 100 anos: símbolo do luxo discreto e do savoir-faire francês, o Lancaster é daqueles endereços que guardam segredos — das estrelas do cinema à realeza, de jantares lendários a histórias de glamour. Marlene Dietrich chegou a viver ali por três anos, e sua suíte abriga até hoje o piano original da atriz.
O hotel, que já recebeu nomes como Elizabeth Taylor e Richard Burton, Sophia Loren, Ella Fitzgerald e a Rainha Elizabeth II, carrega a atmosfera de uma mansão privada, com equilíbrio perfeito entre a hotelaria clássica e o contemporâneo. O décor combina móveis do século XVII e obras de arte com toques contemporâneos. Para marcar seu centenário, o Hôtel Lancaster convida para uma visita à instalação “100 Murmúrios”, que ocupa o lobby com memórias e imagens. Mais: a nova carta de coquetéis presta tributo às personalidades que moldaram o espírito do hotel, que lança também uma coleção inédita de livros de cinema, arte e gastronomia.







