Kelly Piquet na rede - Foto: reprodução/Harper's Bazaar
Kelly Piquet na rede – Foto: reprodução/Harper’s Bazaar

Com edição de Antonella Salem

Em 2012, quando eu morava em Nova York, procurei um destino novo. Queria algo relativamente perto de lá, mas ainda fora do radar de muitos. Queria, acima de tudo, um lugar para fugir do frio. Foi então que descobri Tulum, pequeno balneário do Caribe mexicano que encanta por suas areias branquíssimas e ruínas maias, um paraíso rústico e despojado, 130 quilômetros ao sul de Cancún. A viagem, em abril, durou apenas quatro dias e me deixou com vontade de retornar. Voltei no último réveillon com uma turma grande de amigos do Brasil e de fora. E me apaixonei.

Estrutura de praia do Be Tulum Beach & Spa Resort - Foto: reprodução/Harper's Bazaar
Estrutura de praia do Be Tulum Beach & Spa Resort – Foto: reprodução/Harper’s Bazaar

Hospedei-me no BeTulum, um dos hotéis mais hypados da cidade, que preza a cultura eco-friendly. Meu quarto tinha uma banheira entre a cama e a varanda, mas há suítes com piscina particular. Pela manhã, um café farto em frutas tropicais. As frutas, aliás, me proporcionaram um dos melhores cleriquots que já provei na vida.

Há outros hotéis recomendados: o Jashita Hotel, o Hotel Coqui-Coqui, o Hotel Ana y José e o Maya Tulum, um pouco mais afastado, bem família, perfeito para quem gosta de ioga (fiz uma aula e aprovei).

Kelly na piscina do Be Tulum Beach & Spa Resort - Foto: reprodução/Harper's Bazaar
Kelly na piscina do Be Tulum Beach & Spa Resort – Foto: reprodução/Harper’s Bazaar

De dia, o programa é aproveitar o mar azul-turquesa que parece uma piscina. As famosas ruínas maias, a 15 minutos de carro do centro, fazem jus ao cartão-postal. Tulum é o terceiro sítio arqueológico mais visitado do México e o único da civilização maia erguido em uma costa, sobre um penhasco. Um banho de história ao nadar nos cenotes, cavernas subterrâneas de água doce e cristalina que serviam de antiga fonte de água potável para o povo maia e que hoje são point imperdível para mergulho.

As famosas ruínas maias Resort - Foto: reprodução/Harper's Bazaar
As famosas ruínas maias Resort – Foto: reprodução/Harper’s Bazaar

Ah, e a gastronomia… Meu restaurante preferido, sem dúvida, é o italiano Posada Margherita. Não há cardápio impresso, o garçom te fala os especiais da noite, que costumam variar de acordo com a disponibilidade das carnes e dos peixes frescos. Na alta-estação, é quase impossível conseguir mesa e, como não dá para reservar, o melhor é chegar bem cedo, por volta das 18h. O Hechizo, considerado o mais fine-dining de Tulum, é outra ótima opção, assim como o El Tabano, para jantar ou tomar um baita café da manhã, ou o Casa Banana, que prepara a carne em estilo argentino e tem bar com cardápio de coquetéis criativo.

Lounge do Papaya Playa Project - Foto: reprodução/Harper's Bazaar
Lounge do Papaya Playa Project – Foto: reprodução/Harper’s Bazaar

No pôr do sol, não deixe de tomar drinks no Hemingway’s, com vista para a praia. À noite, pousadas e restaurantes se transformam em agito à beira-mar. O mais animado é o Papaya Playa Project, onde turistas se encontram para bebidas e entradinhas. Tulum é assim: um pequeno paraíso onde você pode andar descalço o dia todo, conectar-se com a natureza, comer divinamente e se divertir como quiser.