Foto: Harper's Bazaar Malaysia
Foto: Harper’s Bazaar Malaysia

O Vídeo Dance é uma modalidade que virou “febre” e é inspirada nos clipes de músicas e cantores populares, os famosos “hits”, como o funk de cantores como Anitta e Pabllo Vittar, Bruno Mars e Beyoncé. Junto com os clipes vieram as coreografias que davam aquele brilho a mais e, automaticamente as pessoas começavam a imitar, fazer paródias com vídeos cômicos.

A ideia com a aula é apresentar uma modalidade que ensina coreografias, unindo estilos mais urbanos como dança de rua e hip hop, com outros mais clássicos, como o ballet contemporâneo. Tem um ritmo bem lúdico e ideal para quem quer se divertir ao som de ritmos atuais e as vezes nem tão atuais assim, afinal, um bom hit do verão dos anos 2000 não pode ficar de fora. O professor do Espaço Vibre, Washington, explica o passo a passo da modalidade e seus benefícios. Confira!

A aula é dividida em três etapas:

1- Aquecer e reconhecer o corpo – através de posições para expandir e contrair os músculos; aproveitando o som de músicas contagiantes para despertar o corpo para a dança introduzindo algumas movimentações da coreografia da aula.

2- Aprender a coreografia – Separo um tempo da aula para ensinar a coreografia de forma que todos consigam entender, em ritmo mais lento. Normalmente, divido a música em várias partes para ensinar um movimento de cada vez.

3- Dançar – depois que todos aprendem a ideia das coreografias repetimos até que ela comece a fazer parte de nós. Dançamos até não poder mais como se estivéssemos no clipe mais lindo do mundo!

 

Quais são os principais benefícios?

Bem-estar, perda gradativa de peso, melhora das funções cognitivas, aumento da coordenação motora e músicas legais para adicionar a sua lista no spotify.

 

Qualquer pessoa pode fazer, mesmo quem nunca dançou antes?

Com toda certeza, do contrário eu mesmo nunca teria aprendido.

 

 Cada semana é uma coreografia diferente? Como funciona?

Trabalho com coreografias diferentes. As vezes uso a coreografia original da música, em outras abuso da minha própria criatividade. Assim as coreografias acabam tendo um nível de complexidade singular. Costumo permanecer na mesma coreografia até que eu sinta que toda a turma dançou o suficiente e está pronta para alcançar um novo desafio… um novo clipe, uma nova música, uma nova coreografia. Para a alunas de “primeira viagem” digo sempre que dançar não é igual a andar na rua, mas se você acreditar e se empenhar, todos os seus passos vão te levar para dança!