Patricia Lobaccaro - Foto: reprodução
Patricia Lobaccaro – Foto: reprodução

Por Jeff Ares 

Em que medida a crise afetou a filantropia?

Por um lado, empresas e governo cortam verbas para o setor. Por outro, em função dessa enorme crise de representação, a sociedade civil está engajada e ativa, há muita inovação social. O país sairá da crise mais forte.

A elite brasileira já aprendeu a doar?

Infelizmente ainda não. Com muitas e boas exceções, é claro. Segundo o World Giving Index, estamos em 105º no ranking de doações, abaixo da média da América Latina. Precisamos de mais transparência e mecanismos de dedução fiscal.

Qual a grande novidade da BrazilFoundation para este ano?

Criamos “arranjos colaborativos”, trocas de metodologia entre 31 organizações em 14 estados. E um Prêmio de Inovação Comunitária para iniciativas informais.

Já podemos pensar em que roupa usar nos seus eventos de fundraising?

Sim… Em maio, faremos um jantar em Belo Horizonte para lançar o Fundo Minas, para a região do Rio Doce. Durante as Olimpíadas, um evento no Rio. E, em novembro, o III Gala de São Paulo, desta vez menor, um jantar para 250 pessoas.

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