Adriane Galisteu veste Riachuelo – Foto: Anthenor Neto, com direção criativa de Luis Fiod, edição executiva de Zeca Ziembik, beleza de Branca Moura e tratamento de imagem de Philipe Mortosa (Arte: Felipe Rodrigues)

Para Adriane Galisteu, a pandemia a fez encarar algumas verdades e se livrar de antigas amarras. Trouxe, também, algo de conforto no universo da moda, que ela adora explorar, como a nova coleção da Riachuelo que ela veste em nossa edição de agosto. Sem romantizar, a capa da revista de agosto conta o que fez durante o período mais severo de lockdown no novo episódio do podcast Garotas da Capa. “Foram três meses que não tingi o cabelo, não fiz a unha e não me depilei. Para você ter uma ideia, meu marido (Alexandre Iódice) teve que lidar com a verdade que ele jamais um dia pensou na vida dele que ele fosse encarar”, diverte-se.

Tiveram coisas das quais adorou, outras nem tanto, como os cabelos brancos. “Sou uma mulher superliberta. Não uso sutiã, nunca coloquei silicone no peito para ficar bonitona ou gostosona e nem porque estava na moda. Sou uma mulher que nunca fez plástica no nariz, mesmo as pessoas dizendo que meu nariz deveria ter. Sou uma mulher superlivre dessas verdades e não tô nem aí. Não encho minha cara de botox, nunca fiz nenhum tipo de preenchimento. E ainda acho que está dando pro gasto”, pontua.

Para ela, incrível em qualquer idade – como fala a plataforma de Bazaar – é você olhar no espelho, se ver e gostar. O novo episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming. Abaixo, leia o nosso quiz!

O que faz a vida ser boa?

Viajar, saber curtir e saber administrar o tempo…

Qual foi o primeiro item de moda que colocou no guarda-roupa?

Foi uma roubada daquelas… Foi o primeiro dinheiro maior, que ganhei, e falei: agora eu vou comprar! Queria ter um terninho do Versace. Ganhei o dinheiro quando diz a Playboy, em 1996, entrei (na loja) e comprei. Eu usei duas vezes na vida e não usei nunca mais… Amassava para caramba. Não tenho mais, tenho apenas o cinto.

O que rola na sua playlist hoje em dia?

Quando estou trabalhando na TV, não ponho nem som no camarim. Gosto de ficar bem concentrada no silêncio, é o meu jeito de me concentrar. Não tenho nem ouvido nas minhas corridas, que tenho uma importante, nem nas aulas (da academia). Mas meu filho tem feito isso por mim. O Vittorio é um cara de funk, do hip-hop e do rap. E tenho experimentado um pouco do (que toca) TikTok e isso tem feito parte da minha vida, que vai de Drake até uns caras que não consigo nem falar o nome.

Prato campeão no delivery durante a pandemia?

Passei a comer mais doce do que salgado. Fui encontrar umas coisas sem glúten, sem lactose e sem açúcar. Encontrei boleiras incríveis, como a Isabela Akkari.Sou boleira e sou chegada em bolo! Vou de bolos incríveis, como o da Isabella Suplicy, mas chega uma hora que você tem que procurar uma ajuda para matar sua vontade.

Você faz lista de coisas e objetivos ou destinos de viagens?

Quero levar o Vittorio para a África do Sul de qualquer jeito no ano que vem… Gosto de fazer viagens dos meus sonhos, não de perrengue. Agora, de férias, vou para Dubai encarar esse mundo árabe. Mas eu vou desde o Deserto do Atacama até uma viagem um pouco mais sofisticada, eu gosto. Esse é o dinheiro mais bem gasto do mundo para mim. Sabe aquele dinheiro do terninho? Eu não quero mais nadam hoje eu quero viajar, ter novas culturas e experiências. Acabando “A Fazenda”, me vejo indo para um lugar bem legal. Vou passar o Natal e o Réveillon com a minha família, na Bahia, e depois do dia 5 (de janeiro de 2022), seguimos eu, Vittorio e Alexandre.

Um bilhete para ser aberto no fim do ano:

Faça uma superviagem e comece o ano já correndo, com mais disciplina. Não tenha preguiça, Adriane. Por favor, comece 2022 com o pé direito, correndo na rua. Perceba que é superpossível você estar perto dos 50 anos e ter uma vida atlética maravilhosa.