Alanis Guillen fala sobre aprender com Juma: "Olhar muito aguçado para a vida"
Foto: João Viegas, com direção criativa de Thiago Batista, edição de moda de Rodrigo Yaegashi e beleza de Helder Rodrigues

Alanis Guillen, nossa cover girl de abril, faz aniversário nesta sexta-feira (20.05). Ao completar 24 anos, a intérprete de Juma Marruá em “Pantanal” (TV Globo) estrela o 26º episódio do podcast “Garotas da Capa”, disponível nas plataformas de streaming.

“Esse olhar muito aguçado para mim e para a vida”, diz ela sobre o aprendizado com a personagem que marcou uma geração na TV. “Ela se respeita muito e isso tem sido um aprendizado, um exercício diário que ela me faz ter de estar sempre conectada muito a mim. Respeitar a mim, as minhas vontades e os meus desejos. Também respeitar minhas contra vontades”, conta ela sobre essa caminhada.

A atriz ainda fala sobre as comparações com Cristiana Oliveira, que deu vida à personagem nos idos da década de 1990. “Jamais me incomodei, é muito bom e muito maravilhoso a gente estar tendo essa oportunidade de pegar uma obra tão incrível e poder recriar nos dias de hoje e poder ressignificar e remontar nos dias atuais”, reforça.

No papo, ela fala a respeito de moda, sobre ser mãe de planta, prioridades e o que o Rio de Janeiro tem ajudado nesse momento de se encontrar com um público maior, já que sua audiência – pelo menos no Instagram – triplicou (eram 300 mil antes da trama do horário nobre, agora ultrapassou os 900k em seguidores).

QUIZ

Especialidade na cozinha
“Estou na parada de levar as marmitas para levar ao trabalho. Ganho muito tempo. Meu dia de folga é cozinhando. Na semana, fico pensando: o que vou inventar? Aprendi a fazer o kitchari (especialidade indiana), um prato ayurvédico, que tem arroz, lentilha, legumes, massala. Ela é uma alimentação para me aterrar mais. Tenho cozinhado bastantes purês, sopas, carnes, grão de bico, feijões diferentes”.

Se pudesse encontrar a Alanis de 10 anos atrás, o que diria a ela?
“Confia nesse coraçãozinho, confia e viva o que quiser viver. O que está aí dentro está te guiando bem…”

Escreva um bilhete para o futuro para o último dia de exibição de Pantanal:
“Nossa… Espero que essa viagem tenha sido das mais intensas e transformadoras. Que essa transformação tenha sido genuína, potente e próspera”.