Foto: Eduardo Rezende, com edição de moda de Luis Fiod, beleza de Krisna Carvalho, tratamento de imagem de Helena Colliny e produção executiva de Zeca Ziembik e pedro Aboud
Foto: Eduardo Rezende, com edição de moda de Luis Fiod, beleza de Krisna Carvalho, tratamento de imagem de Helena Colliny e produção executiva de Zeca Ziembik e pedro Aboud

Às vezes, é comum perceber que o humor masculino difere do feminino. Mas um é mais feliz do que o outro? Pesquisas confirmam a disparidade entre a felicidade sentida pelos gêneros, mas não há como afirmar que um é mais feliz do que o outro, já que existem diversos fatores que podem influenciar esse sentimento.

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Nos últimos 30 anos, as mulheres têm estado em declínio emocionalmente. Esse aspecto é visto nas estatísticas de depressão, em que elas possuem duas vezes mais chances do que os homens de desenvolver a doença. Fatores biológicos, psicológicos e sociais corroboram para a diferença.

Em contrapartida, as mulheres são mais propensas a experimentar sentimentos positivos intensamente, como a alegria e a felicidade. Dessa forma, a estatística se torna balanceada entre os gêneros. Elas também costumam externar seus sentimentos e angústias, algo que é incomum entre os homens.

Quanto ao compartilhamento de sentimentos, os estudos comprovam que as mulheres tendem a mostrar mais felicidade, amor e medo, enquanto os homens compartilham raiva, orgulho e desdém. Para muitos profissionais, isso está relacionado a como ambos são tratados e exigidos pela sociedade.

No entanto, a disparidade não acontece apenas no campo social, mas também no neurológico. Estudos na área mostram que as mulheres utilizam mais neurônios-espelho para demonstrar suas emoções. Esses neurônios são responsáveis por fazer com que a pessoa experimente o mundo da perspectiva de outra pessoa, o que pode explicar o porquê das mulheres experimentarem a tristeza de forma profunda.

De maneira geral, as mulheres sentem as emoções de uma forma mais intensa e compartilham seus sentimentos mais vezes do que os homens. A única exceção a isso é a raiva, que, mesmo que elas sintam, não expõem, já que não é aceitável socialmente, enquanto eles tendem a externalizar e dirigir o sentimento a outras pessoas.

Dessa forma, o cenário é complicado, já que as diferenças envolvem questões sociológicas, psicológicas e biológicas. Na faculdade de psicologia, os profissionais passam a entender a mente humana de maneiras diferentes e, portanto, estão aptos a trabalhar e entender a diversidade de personalidades encontradas. Por isso, é importante buscar um profissional para aprender a lidar com as emoções.

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