Foto: Divulgação

Progressista e apoiadora do movimento operário neozelandês, Jacinda Ardern, 39 anos, atuou em defesa do bem-estar social, na regulamentação do casamento homoafetivo e na liberalização do aborto.

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Membro do parlamento desde 2008, chegou ao cargo de primeira-ministra dez anos depois, com aprovação recorde e feitos para o mundo enxergar a grandeza da Nova Zelândia.

A moça, que mandou Donald Trump respeitar os muçulmanos, proibiu a venda de armamento semiautomático, foi mãe em pleno mandato, esteve em conferência da ONU com a criança no colo e ainda convocou os homens a aderirem ao feminismo.

Não quis saber de “achatar a curva” da pandemia, preferiu trabalhar para acabar com ela. As medidas de isolamento social e o lockdown do comércio começaram assim que o país contabilizou seis mortos.

Formação

Depois de se formar na Universidade de Waikato em 2001, Ardern começou sua carreira trabalhando como pesquisadora no gabinete da primeira-ministra Helen Clark.

Mais tarde, trabalhou no Reino Unido como assessora do primeiro-ministro Tony Blair e, em 2008, foi eleita Presidente da União Internacional da Juventude Socialista.