Foto: Divulgação

A chanceler da Alemanha Angela Merkel não é exatamente uma figura carismática. Dona de um estilo conservador linha-dura, com closet formatado na dobradinha entre tailleur e calça de alfaiataria de cores neutras, ela é também a mulher mais poderosa do mapa.

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Aos 65 anos, a carreira de Angela foi planejada para a área científica, mais precisamente para a química quântica, campo em que atuou até 1989, quando aconteceu a reunificação alemã.

Moradora do lado Oriental do muro, ingressou na política em 1990 e, desde então, já ocupou os ministérios do Meio Ambiente (aí está a razão para ela ser considerada o ícone da menina Greta Thunberg) e da Família, e a secretaria e a liderança do partido União Democrata-Cristã (CDU).

Há 15 anos no poder, a chanceler enfrenta seu maior desafio, com a popularidade nas alturas: a Alemanha soma 187.423 infectados pelo coronavírus, 172.199 curados e pouco mais de oito mil mortos. Neste momento, dia 15 de junho, é um dos melhores cenários de contenção do planeta.