Foto: Getty Images

Na vizinhança nórdica, quem dá as cartas é uma política de 42 anos: Mette Frederiksen. Ex-ministra do Emprego e da Justiça, Mette foi indicada pela rainha Margarida II para liderar as negociações com os partidos oposicionistas.

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Do bem-sucedido trabalho na interlocução real ao posto de primeira-ministra da Dinamarca, foram alguns degraus. Social-democrata focada em políticas públicas de inclusão, ela foi firme ao decretar a quarentena no país – mas com adesão voluntária.

O povo se recolheu de verdade e foi testado massivamente. O resultado? Até a publicação desta coluna, 13.325 infectados, e 610 óbitos. Como a curva epidêmica está estável, o governo já tem flexibilizado o isolamento e voltado, aos poucos, à normalidade. É para ficar de olho e seguir o exemplo.