Mulheres que Inspiram: Oprah é a eterna ativista dos direitos humanos

Americana é querida por todo o mundo e ainda tem muito pelo que lutar

by Beatriz Poletto
Foto: Reprodução/Harper's Bazaar

Foto: Reprodução/Harper’s Bazaar

Existem pessoas que lutam por seus ideais, nascem com essa necessidade ou passam por coisas na vida que a obrigam a lutar muito – não só por elas mesmas, mas pelo mundo. Por isso, na coluna semanal de Mulheres que Inspiram, a Bazaar seleciona para contar a história de Oprah: humanitária, filantropa e humana.

Oprah é a eterna ativista dos direitos humanos. Contamos um pouco de sua história e trajetória a seguir. Veja:

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De 1986 a 2011, a americana apresentou seu  programa homônimo de talk show e fez dele um marco da televisão mundial. Desde então, ela criou o seu próprio canal, chamado OWN.

Oprah nasceu no Mississipi em 1954 e se mudou para Baltimore em 1976, onde apresentou o programa “People Are Talking”, em que era a  protagonista de uma atração matinal.

Em setembro de 2002, Oprah foi nomeada a primeira personalidade da televisão americana a receber o “Bob Hope Humanitarian Award”. Oprah conseguiu recolher mais de US$ 50 milhões para distribuir entre programas de caridade, incluindo as meninas da África do Sul que que querem estudar e até as  vítimas do furcão Katrina.

Oprah é também uma ativista dedicada ao direitos das crianças e, em 1994, o presidente Bill Clinton assinou uma lei que a própria Oprah sugeriu sobre proteger os pequenos de abusos. Ela também fundou a organização “Family for Better Lives”, que contribui com a universidade do Tenesse.

Em novembro de 2013, Oprah recebeu o maior prêmio americano que pode ser concedido a um civil, que é a medalha presidencial de liberdade. Em fevereiro de 2018, depois do massacre na Florida, no Marjory Stoneman Douglas High School, onde 17 pessoas foram mortas, Oprah anunciou que ela seguiria o exemplo de George e Amal Clooney, e iria doar US$ 500 mil para a organização “Por Nossas Vidas”.

Oprah foi uma das maiores apoiadoras de Barack Obama e procura fazer com que seu atual presidente, Donald Trump, tenha ideia do que as pessoas negras e pessoas que não têm os mesmos privilégios do que os brrancos passam nos Estados Unidos. Ela foi também um dos principais rostos do movimento “Me Too”, que luta contra o assédio sexual no mundo.

A americana é querida por todo o mundo e ainda tem muito o que lutar pelo mundo. Claro, ela já conseguiu e conquistou inúmeros feitos, mas o importante é o que ela mesma ensina: nunca pare de batalhar por seus ideais.

2014 - Foto: Reprodução/IMDb

2014 – Foto: Reprodução/IMDb

2002 - Foto: Getty Images

2002 – Foto: Getty Images

Foto: Reprodução/Instagram

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Foto: Getty Images

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