Foto: Divulgação
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A notícia mais marcante para o mundo da moda em fevereiro de 2018 foi a saída do designer Bruno Frisoni da direção criativa da Roger Vivier, depois de 16 anos no cargo. Ele foi responsável por renovar a grife francesa de sapatos, e apresentou sua última coleção no dia 27.02, na semana de moda de Paris.

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E quem causou furor na semana de moda de Londres foi a rainha Elizabeth II. Ela, que nunca tinha ido a um desfile de moda, foi à apresentação de Richard Quinn para entregar pessoalmente ao estilista o primeiro Queen Elizabeth II Award. Só se falou nisso!

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A Gucci fez o desfile mais comentado da semana de moda de Milão. O diretor criativo da marca italiana, Alessandro Michele, apostou na excentricidade e colocou modelos carregando réplicas de suas próprias cabeças como se fossem um acessório banal.

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Ainda em Milão, a Dolce & Gabbana colocou na passarela a sobrinha de lady Di, Kitty Spencer, filha de Charles Spencer. Ela arrasou!

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A Chanel anunciou o patrocínio exclusivo da reforma do Grand Palais, que é o principal cenário de desfiles da grife em temporadas de moda, em Paris. A marca vai investir € 25 milhões na renovação, que ficará pronta em 2014.

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Após ser denunciado por assédio sexual por Kate Upton (ela o acusou de tocar seus seios e beijá-la sem seu consentimento), o cofundador da grife americana Guess, Paul Marciano, anunciou que estava deixando o cargo.

Cultura

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Parceria artsy: o diretor Claude Debussy anunciou em fevereiro que escalou Mariana Abramovic e o estilista Iris van Herpen para assinarem cenário e figurino, respectivamente, da ópera “Pelléas et Mélisandre”

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O filme “Pantera Negra” estreou em fevereiro e foi sucesso instantâneo, trazendo um super-herói negro para as telas. O longa-metragem custou US$ 200 milhões para ser feito e, até o momento, já faturou US# 1,3 bilhão pelo mundo.

Protesto no tapete vermelho do Bafta - Foto: Getty Images
Protesto no tapete vermelho do Bafta – Foto: Getty Images

O Bafta, considerado o Oscar britânico, também foi marcado pelo protesto das atrizes em prol do movimento Time’s Up. Assim como no Globo de Ouro, todas usaram preto. O movimento luta pela igualdade de salários entre homens e mulheres em todas as indústrias, e também combate o assédio sexual.

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