
Guto Neves
Por Guto Neves
Desde 2015 sigo um caminho solo na joalheria, depois de ter trabalhado em joalherias já estabelecidas em São Paulo. Hoje crio joias exclusivas, comissionadas por colecionadores, amigas e clientes.
As criações nasceram de processos distintos, em momentos diferentes, mas têm algo em comum: foram pensadas para três mulheres admiradas e respeitadas no universo das artes visuais, Marilia Razuk, Marina Simão e Ana Elisa Egreja.

A joia de Marilia Razuk foi um presente do marido e tem lapidação cabochon – Foto:
Para Marilia Razuk, a joia foi um presente do arquiteto Roberto Loeb, marido dela, com quem troquei durante todo o processo. O material é ouro branco polido, sem banho de ródio, com água marinha em lapidação cabochon.

A pulseira de Marina Simão foi criada a partir de desenhos feitos por ela mesma – Foto:
Já a peça de Marina Simão, o ponto de partida foram colagens, recortes e um lindo desenho feito por ela mesma. A partir disso defini a volumetria e criei a pulseira, em ouro amarelo polido, com duas pedras em tons de rosa distintos, também em lapidação cabochon.

O inseto favorito de Ana Elisa Egreja foi o ponto de partida do colar – Foto:
Ana Elisa Egreja foi celebrada em uma joia que teve o início ligado ao desejo dela de transformar seu inseto favorito em um colar. Usei inteligência artificial para apresentar uma primeira proposta e, a partir da boa repercussão, seguimos com todo o processo: desenho artístico, desenho técnico, modelagem, render 3D e resina para fundição direta.
Cada joia carrega uma história. E é exatamente isso que torna cada criação única e poderosa.

