
Jum Nakao – Foto: Reprodução/Instagram/@jumnakao
O São Paulo Fashion Week é mais do que um evento de moda — é um registro vivo da cultura, da arte e da criatividade brasileira. Ao longo de suas edições, a passarela paulistana foi palco de momentos que marcaram gerações e redefiniram o que entendemos por moda.

Jum Nakao desfile de 2004 – Foto: Reprodução/Instagram/@jumnakao
1. Jum Nakao – “A Costura do Invisível” (2004)
Um dos desfiles mais emocionantes de todos os tempos. Com peças inteiramente feitas de papel, Jum Nakao transformou a passarela em performance: ao final, as modelos rasgaram suas roupas, revelando a efemeridade da beleza e o poder simbólico do desapego.

Alexandre Herchcovitch – Foto: Getty Images
2. Alexandre Herchcovitch – final dos anos 1990
3. Paris Hilton para Triton – (2011)
A presença da socialite americana em pleno auge da cultura pop causou alvoroço e refletiu o espírito da época, em que moda, entretenimento e celebridades se fundiam em um único espetáculo midiático.

Último desfile de Gisele para Colcci em 2015 – Foto: Getty Images
4. Último desfile de Gisele Bündchen – Colcci (2015)
Um dos momentos mais simbólicos do SPFW. Gisele encerrou sua trajetória nas passarelas brasileiras em um desfile emocionante, ao som de “Run the World (Girls)”. Um adeus que foi, ao mesmo tempo, celebração.

5. Ronaldo Fraga – E o desfile de Lama (2018)
Com a passarela cheia de lama, Ronaldo Fraga apresentou uma coleção que reflete sobre o desastre de Mariana que ocorreu em 2015, transformando dor em resistência. Com peças em linho, bordados manuais e tons terrosos, o estilista resgatou a história das mulheres bordadeiras da região, unindo memória, natureza e força feminina em um manifesto poético pela reconstrução cultural.

6. Fernanda Yamamoto – “15 anos de marca” (SPFW N58, 2024)
Encerrando a edição da SPFW N58, Fernanda Yamamoto celebrou 15 anos de trajetória com um desfile no jardim do Pavilhão Japonês, em São Paulo. Com trilha de tambores taiko, coral e um casting diverso de amigos e clientes, a apresentação foi um ritual poético que exaltou a ancestralidade japonesa, o fazer manual e a representatividade amarela. Peças em seda, veludo e plissados artesanais, tingidas naturalmente com índigo, mostraram o equilíbrio entre técnica e emoção — um encerramento à altura da história da moda brasileira.

7. ALUF – “Malabares” (2025)
ALUF transformou o desfile em um espetáculo de moda e movimento. Inspirada no universo vintage circense, a coleção Malabares celebra “a arte do equilíbrio”. Ana Luisa Fernandes apresentou o desfile em um circo.


