O clássico “azul Lanvin” retorna à casa em uma coleção-cápsula de acessórios (Foto: Divulgação/Lanvin)

Rosa-choque, pretinho básico, verde militar… a moda sempre foi colorida, mas são poucos os tons que ostentam nome e sobrenome como o “azul Lanvin”. Suave na nuance, é revolucionário na história: surgiu há mais de um século, quando Jeanne Lanvin descobriu as pinturas renascentistas de Fra Angelico em Florença e adotou a cor como símbolo da maison que fundou em 1889.

Em Nanterre, abriu fábricas dedicadas a criar 23 pigmentos azuis únicos, colocou a paleta em suas coleções e até pintou seu quarto em Paris com a cor. Ainda mais impressionante, assinou, em 1921, o Théatre Daunou – único teatro azul de toda Paris.

Esquecido fora dos acervos, o “azul Lanvin” está oficialmente de volta: é a inspiração do diretor criativo Peter Copping para sua próxima coleção (que desfila em breve na capital francesa) e que já aparece em uma coleção-cápsula de acessórios. O retorno faz parte de uma “reforma estética” na marca em parceria com o estúdio M/M Paris, que começou com a revitalização do logo em 2022.

Ah! E todas as sacolas das boutiques também já estão pintadas!