A cantora californiana Banks - Foto: reprodução/Harper's Bazaar
A cantora californiana Banks – Foto: reprodução/Harper’s Bazaar

Por Luísa Graça

Tal qual as mulheres que a inspiram, Jillian Banks – “mas pode me chamar de BANKS” – é uma garota que, norteada por sentimentos que não consegue esconder, faz música com franqueza. Fã de Fiona Apple e Lauryn Hill, esta californiana de 26 anos mostra a que veio.

“Ser honesta e destemida comigo mesma me empodera”, começa ela, em entrevista a Bazaar de setembro de 2014, que está nas bancas. “Pode ser algo intimidante, mas os momentos em que nos sentimos orgulhosos de sermos quem somos são muito poderosos.” E música, para ela, sempre foi uma poderosa ferramenta de autoconhecimento.

Começou a praticá-la aos 14 anos, mas levou oito para ter coragem de “abrir seu diário” para o mundo. “Nunca fiz música para chegar a algum lugar. Faço porque é algo que me mantém centrada. É um processo fluido, quase subconsciente.”

A capa de Goddess, seu álbum de estreia - Foto: reprodução/Harper's Bazaar
A capa de Goddess, seu álbum de estreia – Foto: reprodução/Harper’s Bazaar

Enquanto não se revelava musicalmente, estudou Psicologia. “Tinha um pouco de medo de tornar público o que possuo de mais pessoal, cru e obscuro, mas tenho descoberto que isso é libertador.” E tem valido a pena. Seu dark pop confessional começou a chamar atenção em 2013, com os EPs Fall Over e London – e agora nas lojas ela chega com o seu álbum de estreia, Goddess.