Ícone do mês de abril, a Louis Vuitton fez história na moda e na vida das personagens acima, que elegemos para compartilhar conosco momentos marcantes com a grife. Confira!

Marina Dias: “Eu tinha um lenço com a estampa e costumava passar meu perfume nele e guardar no bolso. Em Paris, ele me ajudava a enfrentar o odor da cidade. Era meu melhor amigo naquela vida de castings eternos.”

Fernanda de Goeye: “Aos 14 anos, herdei da minha mãe uma LV usadérrima, o modelo saco. O cordão regulador arrebentou e a única solução foi substituí-lo por um cadarço de algodão multicolorido. As meninas do colégio começaram a trocar os cordões das bolsas e virou moda.”

Carol Celico: “A memória que tenho da monograma é afetiva. De acompanhar minha mãe pela França em inúmeras viagens a trabalho e de vê -lo nas mulheres por toda a parte.”

Maria Manoella: “Quando era criança, adorava me vestir com as roupas da minha mãe. Usava os sapatos e as maquiagens dela, que sempre variavam de um dia para o outro. Mas a bolsa não, era sempre a mesma, uma Vuitton.”

Vitor Soratto: “Os monogramas são lúdicos como jogos infantis, mas com aquela incrível sofisticação europeia.”

Carolina Perlingeiro: “Tenho e uso uma bolsa que minha avó comprou há 25 anos. É eterna em todos os sentidos!”

Mathilda: “É um clássico versátil, tanto minha mãe usa quanto uma mulher super moderna”

Nathalie Esses: “Tenho uma míni que comprei quando morei na Itália, na loja icônica da galeria Vittorio Emanuele. É pequenininha , mas superfuncional, meu xodó!”

Karina Motta: “O monograma representa um patrimônio cultural: o artesanato, o feito à mão. Um a das razões da minha eterna admiração pela moda francesa.”