Gucci - Foto: Divulgação
Gucci – Foto: Divulgação

Uma atmosfera acinzentada, pontuada de preto e caramelo, invade a nossa temporada inverno 2019, deixando o visual automaticamente mais elegante e, por tabela, mais sério. Só para contrariar, uma vibe positivista, repleta de cores fortes, insiste em deixar o guarda-roupa em estado de alerta, em comunhão com o revival dos anos 1980.

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É uma cartela maximalista que vai do ensolarado amarelo ao roxo intenso, para a alegria de quem deseja vibrar em uma frequência alto-astral. De quebra, com certeza, você não vai passar despercebida. Merecem destaque nessa nova safra inclusivos tons primários – vermelho, azul e amarelo -, além de misturinhas espertas: verde, laranja e roxo.

Esse sexteto fica afinado em look total, combos blocados e como highlights em produções mais neutras – tipo um acessório impactante -, que dialogam com as coleções outonais que estão nas vitrines e são passaporte garantido para a autoexpressão.

Valentino - Foto: Divulgação
Valentino – Foto: Divulgação

Atento ao movimento de encontrar beleza na imperfeição, que está por trás do tão falado wabi-sabi, Pierpaolo Piccioli usou o vermelho – símbolo da Valentino e também do Japão – como uma espécie de luz que entra através de uma fissura no pre-fall da marca, desfilado em Tóquio.

Gucci - Foto: Divulgação
Gucci – Foto: Divulgação

Já no universo hiperbólico de Alessandro Michele para a Gucci, o que não faltam são cores, para todos os estados de espírito. Pontual há dois anos, esse arco-íris veio ganhando espaço gradualmente, inclusive agregando néons, à medida em que o diálogo em torno de uma moda escapista também ficava mais consistente, em oposição ao peso de um mundo meio soturno.

Fendi - Foto: Divulgação
Fendi – Foto: Divulgação

Fato é que a proposta também ganhou visibilidade total nas coleções para o próximo inverno europeu, o que nos dá a medida de que essa cartela puro-poder vai continuar em alta e dá para ser intensificada já! Em sua penúltima coleção para a Fendi, Karl Lagerfeld olhou especialmente para os quimonos orientais, além de referências ao século 19 e à década de 1970, para chegar à paleta retrô que tem no verde e no azul-cerúleo seus pontos altos.

Missoni - Foto: Divulgação
Missoni – Foto: Divulgação

Na Missoni, os anos setentistas se misturam ao visual de Edie Sedgwick para uma cartela digna da pop art. Outras referências passam também pelas duas últimas décadas do século 20. Olhar para o passado nunca foi tão divertido.

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