Fotos: Divulgação
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Pergunte a qualquer modelo qual seria seu sonho de desfile internacional, e pode apostar que a maioria vai responder “Prada“. Algumas modelos, como Anok Yai e Lara Mullen, são contratadas com exclusividade pela marca italiana pelas primeiras temporadas. Outras demoram mais um pouco para chegar lá – e foi o caso de Gigi Hadid.

A norte-americana desfiliou para a Prada pela primeira vez neste domingo (13.01), em Milão, quase cinco anos desde sua estréia em uma passarela, em fevereiro de 2014.

Os fãs foram rápidos em especular por que demorou tanto para a supermodelo entrar na passarela da marca. O motivo se resume a uma seleção de fatores: como essa modelo se encaixa nos moldes atuais da grife? Ela tem agenda livre? Os looks da coleção vão funcionar para ela?

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Mas os usuários no Twitter não perdoaram, e sugeriram que seu gerente de longa data, Luiz Mattos, estava estagnando a carreira de Gigi ao “fechar sempre os mesmos contratos”.

Gigi foi rápida em defender seu amigo e seu trabalho. “Meu empresário não diz apenas sim a tudo por dinheiro”, escreveu Gigi em um tweet. “Isso não significa que as opções não cheguem. Esta indústria é sobre estratégias para que noites como a passada pudessem acontecer … e nós temos mais novidades. Até que você seja um agente há 23 anos, não fale sobre Luiz”, disparou.

“No último ano, aprendi o equilíbrio que preciso em minha vida para permanecer física e mentalmente saudável e feliz”, escreveu ela. “Os trabalhos que eu faço são por uma razão, assim como os trabalhos que eu repasso. Muitas pessoas não são abençoadas com uma equipe que as entende e apoia dessa maneira.”

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