Foto: Divulgação
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Há um bom tempo Maria Grazia Chiuri, diretora criativa da Dior, desejava estabelecer uma troca criativa com a cultura do Norte da África. Ela mergulhou no imaginário do Marrocos, no encontro entre África, Europa e Mediterrâneo, como um destino de sonho para artistas, poetas, escritores e aventureiros. Assim, ela levou para Marrakesh o desfile de cruise 2020 da maison e honrando a memória do primeiro sucessor de Christian Dior na grife, Yves Saint Laurent, um nativo de Oran que era fascinado pelo Marrocos.

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Este desfile também ilustra o conceito de um encontro de ideias, um “common ground” como o descrito pela filósofa feminista Naomi Zack: apesar de todas as diferenças, as trocas entre mulheres podem se materializar por meio de reflexão e ação.

Dito isso, um destaque a parte nesta coleção são os acessórios, dentre eles, a sempre icônica “Lady Dior” com um novo visual. Com suas linhas arquitetônicas e amuletos metálicos – um tributo aos talismãs de boa sorte que Monsieur Dior sempre carregava com ele – e ao cannage evocando das cadeiras de Napoleão III que Christian Dior costumava acomodar os convidados em seus shows, a Lady Dior encapsula o espírito de nossa Maison.

Reinterpretada para esta coleção de cruise 2020, ela vem em couro trançado à mão, feita através de uma técnica de macramé. Disponível na versão XL em preto ou branco, este item indispensável, com uma delicada alça de ombro combinando, afirma sua elegância e modernidade atemporal.

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